quinta-feira, 12 de junho de 2008

Pró-Memória: lugar de muitas histórias

Rafael Seabra
Disponibilizar história para que as futuras gerações, este é o objetivo do Pró-Memória criado em 14 de maio de 1986 pelo ex-prefeito Heródoto Bento de Mello. O projeto foi idealizado por Thereza de Albuquerque que iniciou - através de jornais – uma campanha de doação de documentos antigos.
Atualmente, o Pró-Memória possui mais de 9.800 documentos, 17 mil fotografias, livros manuscritos do século XVIII e jornais que contam a história de Nova Friburgo.
- O livro mais raro que temos é um manuscrito de 1819 que disponibiliza o nome de todos os colonos que vieram para Nova Friburgo, afirma Thereza, hoje coordenadora do órgão.
O Pró-Memória possui também uma planta da cidade, de 1884, que detalha algumas regiões do município naquela época.

José Carvel “Amo esta cidade, não a troco por nada”

Rafael Seabra
Apesar de não ser nascido em Nova Friburgo, José Carvel têm o orgulho de ser um dos habitantes da cidade. Há 45 anos o taxista - que também dá aula de Taekwondo - acompanha a rotina do município.
- Antigamente Nova Friburgo era um lugar muito bom para se morar, o trem passava pela Alberto Braune, era emocionante. Naquela época nós podíamos confiar nas pessoas, hoje já não posso dizer a mesma coisa. Por isso, evito trabalhar no turno da noite.
José Carvel teve uma infância difícil. Nasceu no dia 18 de janeiro de 1940 na cidade Cantagalo e trabalhou na roça como catador de milho e café. Em 1961 resolveu se mudar para Nova Friburgo.
- Vim para Friburgo e comprei uma casa na Chácara do Paraíso onde vivo até hoje. Depois disso adquiri um carro e comecei a trabalhar como taxista. No início, encontrei um pouco de dificuldade para se firmar na profissão. Depois pegar experiência e a confiança dos clientes, consegui fazer muitos amigos.
No ano passado, o experiente taxista - que atua no ponto próximo ao Centro de Turismo - recebeu uma proposta para trabalhar em Macaé para uma senhora que ofereceu um salário mensal bastante atrativo. Apesar do alto valor, Carvel não aceitou.
-Quando a senhora me fez a proposta percebi que só poderia estar em Nova Friburgo nos finais de semana. Não aceitei este emprego, pois amo esta cidade de paixão e não a troco por nada, conclui.

Nova Friburgo: resgate de um passado de constantes mudanças

Rafael Seabra
Nova Friburgo, este foi o nome que os suíços deram para uma região que quase dois séculos depois teria vocação para o turismo e seria o maior pólo de moda íntima do Brasil. O município foi batizado com este nome em homenagem a cidade de Fribourg , de onde partiram as 261 famílias suíças.
A vinda dos suíços para as cidades da região serrana aconteceu depois de um decreto assinado por D.João VI no dia 16 de maio de 1818.
- Os suíços começaram a chegar as novas terras apenas em 1820. A princípio estava previsto um certo número de imigrantes, porém vieram para a região muito mais pessoas. Com isso, houve uma redistribuição de terras e muitas famílias foram morar em regiões mais afastadas do centro, conta o historiador e professor Ricardo Gama.
No dia três de janeiro de 1820, um alvará elevou Nova Friburgo a categoria de vila, desmembrando suas terras das de Cantagalo. A medida foi oficializada no dia 17 de abril do mesmo ano. A partir de 8 de janeiro de 1890, Friburgo foi reconhecida como cidade, tendo sua população aumentada com a chegada de imigrantes italianos, portugueses e sírios.
A partir de 1872, a região começou a se desenvolver através do escoamento da produção de café vinda de Cantagalo com destino ao Rio de Janeiro. No início, o terminal ferroviário pertencia ao Barão de Nova Friburgo, mas depois foi vendido para o capital inglês.
- Neste período a cidade se desenvolveu por causa de melhorias no comércio e o surgimento de colégios para a educação dos filhos dos poderosos da época. O trem transformou Nova Friburgo numa cidade urbana, explica o historiador.

Industrialização, um caminho para o desenvolvimento

No início do século XX, a história uma cidade que dependia da produção de café de Cantagalo mudou radicalmente. Neste época, houve uma briga política entre o médico Galdino do Valle Filho - que defendia com a instalação das indústrias na cidade - e os proprietários de café que lutavam pela manutenção da estrutura baseada na agricultura.
- Galdino do Valle conseguiu trazer as primeiras indústrias para Nova Friburgo. Com isso, a cidade se modernizou e substituiu a estrutura voltada para o café - que até então prevalecia - mas estava em declínio. Com o surgimento das indústrias, os bairros também cresceram.- analisa o historiador.
A Rendas Arp foi a primeira fábrica a se instalar em Nova Friburgo. Para que esta empresa viesse para a cidade com a ajuda do capital alemão, o grupo encabeçado por Peter Julius Arp exigiu o controle sobre a energia elétrica do município.
- Em 1911 foi criado por Galdino do Valle Filho, a partir do jornal A Paz, um clima que culminou com a revolta conhecida como Quebra Lampiões, no qual o povo quebrou todos os lampiões a gás da cidade para que fossem substituídos pelos de energia. Na época, a concessão da energia elétrica estava nas mãos de uma pessoa ligada à família Galeano das Neves. A população- que queria a instalação da fábrica devido a perspectiva de novos empregos - invadiu o prédio da Câmara, pois o poder legislativo não queria passar a concessão para a fábrica de rendas. Esse foi um movimento importante pois mudou os destinos da cidade, conclui Ricardo Gama.

Estação chega ao Cadima

por Uilque Lopes
As primeiras experiências radiofônicas possibilitaram alunos e professores analisarem o futuro da comunicação brasileira que enfrentou algumas dificuldades para encontrarem no início o perfil ideal para as rádios universitárias, á qual começaram a construir um conceito alternativo e experimental, outros preferiram seguir uma performance educativa.

Os avanços tecnológicos acabaram impulsionando as rádios universitárias a entrarem no sistema da internet e utilizarem equipamentos de última geração para acompanhar a evolução da comunicação no século XXI, que se tornaram cada vez mais globalizada. Para fugir dos interesses mercadológicos, algumas emissoras optaram pela resistência em relação às rádios comerciais e defendem a idéia de manter na programação o estilo erudito e o clássico, mas já existem emissoras que discordam desta opinião e aderiram a gêneros musicais que são veiculados nas rádios populares, que decidiram montar blogs, sala de bate-papo, promoções e até pagarem à conta de luz ou água dos ouvintes que participarem ao vivo.

A corrida pela audiência provocou mudanças na estrutura de grandes emissoras de rádio no Brasil, que passaram a investir nos estúdios digitais, programações em rede e a interação com os ouvintes com mais intensidade. Isso acabou refletindo nas emissoras universitárias que tiveram que se adequar a uma nova realidade.

A Rádio Estação, que pertence a Universidade Estácio de Sá campus Nova Friburgo, não é diferente no que se refere em tecnologia, mesmo mantendo a característica de veicular apenas qualidade, a equipe da rádio decidiu criar um blog, na intenção de informar os internautas o que acontece no dia-a-dia dos alunos que participam das atividades dentro da rádio e divulgar o trabalho dos artistas nacionais, e desenvolver o projeto Estação Cadima fora do campus.

O projeto Estação Cadima começou na última sexta-feira (07) e terá a missão de produzir uma programação de 12 horas de música e entretenimento, nas caixinhas do Shopping Cadima, que fica no centro de Nova Friburgo. Os alunos irão poder mostrar o seu trabalho e estabelecer um elo com outros ouvintes no decorrer das atividades. A parceira com a universidade e a direção do shopping nasceu para proporcionar aos clientes, visitantes e lojistas a oportunidade de curtirem uma programação bem feita e de qualidade.

Raphael comenta sobre os anos 80 e show na Estácio de Sá

Por: Uilque Lopes

Os anos 80, bandas com Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Titãs, Kid Abelha, Blitz e Biquíni Cavadão tiveram a oportunidade de apresentar o movimento tupiniquim e atraíram várias gerações a aderirem o puro rock nacional, ao mesmo tempo, incorporaram uma nova expressa musical no Brasil.

Com letras irreverentes e um som contagiante, os roqueiros brasileiros conseguiram edificar na mentes dos adolescentes a vontade de curtirem qualidade, criarem um censo crítico e que voltassem a debater questões de caráter político.

O integrante Banda Zell não subiu aos palcos naquela época, mas destaca a performance dos roqueiros da década de 1980, e principalmente a ousadia deles na hora de criarem uma resistência em relação a qualidade da música brasileira, mas percebeu como todo bom roqueiro que algumas mudança aconteceram no decorrer do tempo e ao invés de muitos que criticam, defende a importância deste movimento para o rock nacional.

Depois do show que a banda Zell realizou no dia 4 de junho, no auditório novo da Universidade Estácio de Sá. O vocalista Raphael Santos concedeu uma entrevista exclusiva ontem, na sala do Laboratório de Macintosh para a equipe do blog da disciplina de Redação Jornalística 4, a qual citou a satisfação de participar deste evento promovido pelas disciplinas de Evento e Assessoria de Imprensa, e a oportunidade de lançar um faixa de trabalho no show.


O cantor e universitário de publicitário, Raphael Santos acrescentou que o público correspondeu com a expectativa da banda e ficou satisfeito de lançar uma faixa nova neste show. Também ressaltou o desempenho da equipe que organizou o evento.

“O show superou a nossa expectativa, tivemos uma comunicação com a galera que assistiu agente. Gostamos de saber que os alunos das disciplinas se juntaram para organizar o evento e a equipe desenvolveu bem. Nós aproveitamos para mostrar a música “Um dia desse”, que é nossa e encontrou no repertorio da banda .” Disse - Ele

Ele citou a banda decidiu seguir um rock que atenda o publico nacional, mas afirmou que sofreram influências de artistas internacionais. ”A banda Zell segue a linha dos anos 90, o estilo pós-grunge e temos influências de bandas como Mudhoney, Pearl Jeam, Alice in Chains, Sound Garden, Nirvana entre outros. Mas sabemos que o nosso público é nacional e, por isso, que é importante fazer um som que eles vêm se identificar conosco”. Ressaltou Raphael

Raphael terminou a entrevista dizendo que é uma heresia não dá mérito aos roqueiros dos anos 80 e comentou a influência que essa geração provocou nas novas bandas de rock no Brasil.

http://musicapoesiabrasileira.blogspot.com/2008/01/o-rock-brasil-anos-80-e-sua-importncia.htmlPor

CENTRO DE TREINAMENTO ESPORTIVO REVELA CAMPEÕES DO FUTURO

Síntia Barcelos


Com apenas oito anos, Leonardo Celestino Francisco já mostra talento para a ginástica artística. Apaixonado pelo esporte ele já faz planos para o futuro: “Quero ser melhor que o Diego Hipólito!” Conhecido como Léo, o pequeno atleta é estudante da segunda série do ensino fundamental em uma escola pública no município de Cachoeiras de Macacu e começou a participar das aulas há 2 anos.

A mãe, Adriana Celestino, tem duplo motivo para se orgulhar. Além de Léo, a filha Larissa Celestino de Andrade, de 10 anos, também pratica ginástica 2 vezes por semana. Os irmãos Celestino foram convidados para as aulas por colegas e acabaram convencendo a mãe a inscrevê-los no projeto. “No início eu não dava muita importância, mas fiquei tão envolvida que agora dou a maior força. Eu vejo que é serio e eles gostam de verdade.”

Leonardo ganhou as 5 competições das quais participou: 3 no Rio de Janeiro e 2 na própria cidade. A última foi dia 31 de junho em Cachoeiras, e ele obteve nota 39,8, de um total de 40 pontos possíveis. A irmã Larissa também obteve bons resultados nas 3 competições das quais participou, ficando em primeiro lugar numa delas e em segundo na outra.

Junto com eles cerca de 280 crianças praticam ginástica artística no projeto “Esporte para todos”. A iniciativa é da Organização Não Governamental (ONG) “Qualivida”, e mantida com o apoio da prefeitura do município de Cachoeiras de Macacu e de empresas particulares. A idealizadora e fundadora é a professora de educação física Georgette Vidor, ex-técnica da Seleção Brasileira.

A futura Jade Barbosa

Síntia Barcelos
Outra aluna de destaque é Ticiana Maria Barroso de Carvalho Castro. Aluna da terceira série do ensino fundamental, ela participa das aulas desde os 5 anos de idade. Elisabeth Maria Barroso de Carvalho já perdeu a conta do número de campeonatos da filha, mas responde rapidamente qual costuma ser a classificação : “Quando não fica em primeiro lugar fica em segundo.”

Beth, como gosta de ser chamada, conta que a competição mais difícil foi em setembro do ano passado, na Barra da Tijuca. Ticiana disputou o primeiro lugar com mais de 16 crianças, entre elas algumas de grandes clubes como Flamengo e Fluminense. A mãe ri ao lembrar os comentários que surgiram ao final da competição: “As crianças vieram da roça, mas mostraram serviço.”

A menina, de apenas 9 anos, tem uma rotina difícil. Para não prejudicar as aulas Beth transferiu Ticiana para uma escola próxima ao Centro de Treinamento, onde ela tem aulas de ginástica de segunda a sábado no período da manhã. “Eu faço sacrifício porque ela gosta da ginástica e depende de mim para treinar.” Declarou a mãe.

Segundo ela a ginástica ajudou Ticiana a amadurecer e a ter disciplina, mas tem como ponto negativo a competição. O sonho da menina é ser atleta da seleção brasileira, a exemplo de Jade Barbosa campeã do Pan Americano do Rio de Janeiro no ano passado. “A ginástica é a minha vida.” Disse a pequena atleta.

A maior dificuldade encontrada pelas mães que moram longe do centro de treinamento, como é o caso de Elisabeth, é o transporte. As crianças não recebem ajuda de custo e muitas vezes as famílias não têm dinheiro para levá-las ao treinamento. Os pais de Ticiana são separados e a mãe conta que “Quando o pai dela ficou desempregado ela entrou em pranto. Não se preocupou se iria comer ou se vestir, só pensou se poderia continuar indo aos treinamentos.”

Qualidade de vida se faz com esporte

Síntia Barcelos

Levar qualidade de vida a crianças de áreas carentes através do esporte. Muitos atletas e ex-atletas têm esse desejo. A prática de atividades físicas, além de trazer benefícios à saúde, contribui com a educação e com a formação de cidadãos conscientes. Além disso, o esporte é um grande aliado do desenvolvimento da disciplina e da maturidade.

Estes são alguns dos motivos que incentivaram a fundação da Organização Não Governamental (ONG) “Qualivida”. O secretário do pólo de Cachoeiras de Macacu, José Maurício Cardoso destaca a principal proposta da idealizadora do projeto. “A razão desta ONG é ajudar crianças de baixa renda a ter uma qualidade de vida a partir do momento em que estão inseridas no esporte.”

Esta oportunidade não é privilégio apenas de crianças Cachoeirenses como Léo e Ticiana. São 12 pólos distribuídos em 8 municípios fluminenses, levando cidadania e a oportunidade de um futuro melhor através da prática do esporte. As seleções e avaliações dos alunos são feitas pessoalmente pela professora Georgette Vidor, um exemplo de luta e determinação. Para participar das aulas basta levar um atestado médico e uma declaração da escola.

CRIANÇA COM PROBLEMA DE GENTE GRANDE

Síntia Barcelos


“O Isaque começou a ficar gordinho por volta dos sete anos.” É assim que a estudante universitária Camila Barros Coelho fala do irmão. Isaque Barros Coelho, aos 12 anos, pesa 75 quilos, e por causa disso pode desenvolver alguns problemas de saúde. De acordo a irmã, Camila, ele já começou por várias vezes o tratamento médico, mas não conseguiu levar adiante.
A nutricionista Ana Cristina Marques Fiordelmundo conhece bem esse problema. Ela está na profissão há 13 anos e assumiu recentemente o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) do município de Cachoeiras de Macacu. O programa é responsável pelo acompanhamento de crianças com problemas nutricionais, entre eles a obesidade.
Segundo estudos da Fiocruz, cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes brasileiros apresentam problemas com o excesso de peso. Na hora do tratamento a maioria passa pelo mesmo problema de Isaque: “Por ele ser criança é muito difícil conseguir vigiar a alimentação dele e controlar o que ele come fora de casa.” Conta Camila.
A médica aconselha que deve-se começar o tratamento contra a obesidade infantil a partir dos fatores externos, ou seja, o ambiente em que a criança vive. “É preciso rever os hábitos alimentares da casa e evitar que alimentos extremamente calóricos fiquem ao alcance da criança.” Recomenda ela.
Isaque adotou o futebol como atividade física, mas isso não basta para combater a obesidade. Além da falta de exercício ela pode ser causada por fatores genéticos, metabólicos, psicológicos e alimentares. De acordo com a nutricionista ana Cristina, crianças com pais obesos têm 80% de chances de serem obesas. Quando só um dos pais tem o problema a probabilidade cai para 40%, e se nenhum dos pais apresentar obesidade cai para apenas 1%.

Saiba mais:
Qualidade vida
O que é o Sisvan?

GRUPO DE MILÍCIAS MANTÉM JORNALISTAS REFÉNS EM FAVELA DO RIO DE JANEIRO

Síntia Barcelos


Uma equipe do Jornal O Dia foi torturada por milicianos no último dia 14 de maio na zona oeste do Rio de Janeiro. A repórter, o fotógrafo e o motorista do jornal foram seqüestrados na da Favela do Batan em Realengo, onde estavam morando em uma casa alugada para investigar a atuação de grupos de milícias.

Os jornalistas foram mantidos em cárcere privado por sete horas e meia, período em que foram agredidos com choques elétricos socos, pontapés, sufocamento com saco plástico e roleta russa. A direção do jornal informou que adiou a divulgação do crime para não atrapalhar as investigações policiais.

Os grupos de milícias são formados por bandidos, em sua maioria, ex-policiais e policiais ainda em atividade. Com a proposta de proteger os moradores eles dominam as comunidades espalhando o medo. Segundo levantamento divulgado por "O Dia", as milícias dominam atualmente 78 favelas da cidade.

Esse atentado à liberdade de imprensa aconteceu menos de um mês antes do aniversário da morte do jornalista Tim Lopes. No dia 02 de junho manifestações marcaram os seis anos do assassinato de Tim, torturado e morto a golpes de espada pelo traficante conhecido como “Elias Maluco” no alto de uma favela também no Rio de Janeiro.

No fim de fevereiro, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, informou que havia 115 investigações em curso sobre o tema. De acordo com nota oficial do jornal O Dia os jornalistas passam bem e estão recebendo acompanhamento psicológico.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Acidentes de carro após noitadas são freqüentes em Teresópolis

Por Claudia Rezende

Já foi época que a vida noturna de Teresópolis era morta. Hoje, há várias opções para os jovens que querem se divertir, como boates, bares e casas de shows. Todos os estabelecimentos de entretenimento noturno da cidade vendem bebidas alcoólicas. As promoções são comuns, geralmente chamadas de “dose dupla”, quando o cliente leva duas doses pelo preço de uma.

Atualmente, há duas boates localizadas no bairro Albuquerque, na estrada Teresópolis-Friburgo: Tupana e La Bamba. Como é necessário pegar estrada até chegar e sair desses lugares, os acidentes são comuns na volta pra casa. A estudante de jornalismo Lygia Andrade já foi testemunha de alguns: “Infelizmente as pessoas não se conscientizam de que bebida não combina com volante. Já vi acidentes, mas graças a Deus nenhum teve morte”.

“Falta discernimento nas pessoas que pegam no volante sem estar em condições. Sou estudante de medicina e sei, assim como os meus colegas, as conseqüências que o álcool causa nos reflexos da gente, mas infelizmente muitos dos meus colegas não pensam assim”, comenta a estudante Letícia Ferreira.

A dona-de-casa Madalena Costa mora próxima à curva chamada popularmente de “curva do sabão”, local comum de ter acidentes. “Sempre quando tem festa da Medicina e a minha filha vai, eu fico apreensiva. Freadas bruscas e batidas acontecem muito por aqui. Já socorri alguns acidentes, onde os próprios estudantes de Medicina estavam embriagados e causavam tudo”.

O último acidente grave aconteceu há, aproximadamente, três semanas atrás. Duas estudantes, ao sair de um bar, capotaram na reta (como as avenidas são chamas em Teresópolis) a uma velocidade de 120 km/h. A motorista estava alcoolizada e a carona teve danos gravíssimos na medula e por um triz não ficou paraplégica. A estudante de publicidade Fernanda Esteves estava próxima ao local do acidente e ajudou no socorro das vítimas: “Eu fiquei desesperada quando vi que a carona foi jogada pra fora do carro. Jorrava muita gasolina e todos ficaram com medo de uma explosão. Eu só tentava manter a carona acordada que dizia não sentir as pernas”.

Infelizmente, os acidentes vão continuar acontecendo se as pessoas não se conscientizarem do perigo que é estar no volante alcoolizado. A frase de praxe “se beber não dirija e se dirigir não beba” é bastante divulgada na mídia, mas mesmo assim os jovens não escutam. “Depois que vi esse acidente, fiquei com muito medo de acontecer comigo. Se eu não tiver em condições de dirigir, dou a chave pra uma amiga. Se eu tiver de carona e sóbria, faço questão de dirigir pra alguém. É assim que evitamos os acidentes”, completa Fernanda.

O sonho de ser Miss está cada vez mais comum entre as meninas de Teresópolis

Por Claudia Rezende

Passa pela cabeça das belas meninas que se deparam com as Miss, como Natália Guimarães, Grazi Massafera e Natália Anderle, na televisão: será que um dia eu poderia ser Miss? As meninas que têm esse sonho em Teresópolis estão se inscrevendo no concurso de 2009.

A estudante de publicidade Thalissa Vasconcellos, de 19 anos, sempre achou fascinante o concurso de Miss. “Quando surgiu a oportunidade de participar, isso acabou se tornando meu sonho. Agora eu quero ganhar para realizar essa vontade de ser miss, representando minha cidade, meu estado, quem sabe meu país”, acrescenta a candidata.

Juliana de Andrade, também participante do concurso, já fez vários trabalhos como modelo na cidade, então, é conhecida por muita gente. Há rumores de que ela seja a favorita, mas a candidata discorda: “Recebi muitos elogios e acho que isso foi um estímulo para eu participar, mas não me considero a favorita. Acho que assim como eu, as outras participantes também têm as características para conquistar esse título”.

A estudante Nathaly Féo sempre teve vontade de entrar no concurso, mas disse que a inscrição aconteceu por acaso. Algumas coisas mudaram na sua vida desde que a possibilidade de se tornar miss ficou mais presente: “Venho me preocupando mais com a saúde, a alimentação e com o corpo”. Tudo pra não fazer feio na hora do concurso.

Mas toda essa empolgação e vontade de ser Miss entre as meninas de Teresópolis têm uma explicação: Camila Paiva Hentzy, vencedora do concurso desse ano, foi Miss Rio e ficou entre as dez primeiras do Miss Brasil 2008. Nunca uma Miss Teresópolis foi tão longe e isso serviu de inspiração pras novas participantes. “A vitória da Camila despertou em mim uma vontade ainda maior de participar e fez com que eu levasse mais a sério essa idéia de representar um lugar pela beleza, já que ela conseguiu, por que não tentar?” acrescentou Thalissa.

Juliana, assim como as demais candidatas, também vê a Camila como principal inspiração: “Ao chegar ao Miss Brasil ela fez com que muitas meninas acreditassem que o concurso realmente vale a pena, pois até então muitas pessoas, como eu, não levavam o evento muito a sério”. E foi no ano de 2008 que o concurso teve mais popularidade na cidade.

A atual Miss Rio 2008, por sua vez, diz que não se inspirou em ninguém: “Apesar de admirar muito a Natália Guimarães, eu fazia apenas o que o meu coordenador mandava e dava o melhor de mim na passarela”. Camila não esperava ganhar o Miss Rio e chegar ao Miss Brasil. Essas vitórias provocaram algumas mudanças na sua vida: “Depois de ter virado Miss, amadureci muito como pessoa, pois passei por muitas experiências e tive q aprender a me virar sozinha. Isso foi o mais importante pra mim nessa historia toda”.

Ser Miss para Camila Hentzy é representar, com sua beleza e peculiaridades, sua cidade, estado ou país. Para as candidatas do concurso de 2009, Camila aconselha: “Essa experiência tem que ser vivida ao máximo, as meninas têm que aproveitar tudo e seguir sempre seus sonhos”.

As candidatas do Miss Teresópolis 2009 e o organizador do evento Luís Costa

Clima romântico aquece vendas

Comerciantes de diversos ramos da Suíça Brasileira buscam inspiração para a ornamentação dos estabelecimentos que enfeitarão a cidade para a época mais romântica do ano: O Dia dos Namorados.
Eliane Pimentel, proprietária da Obsessão Sexy Lingerie, confecção de moda íntima erótica, afirma que esse dia é a segunda melhor época do ano para a comercialização de seus produtos. “O romantismo desta data provoca nos apaixonados uma espécie de fetiche em torno das lingeries. Acredito ser esse o motivo de tanta procura desses acessórios nesta época.”, declara Eliane.
Janice Augustos, proprietária do restaurante Cantina Camping, declara que na véspera do dia 12 de junho arruma todo o restaurante com objetos de decoração no estilo romântico. “Esta data é quase uma tradição no restaurante. É muito bom atender pessoas felizes.”, fala Janice com entusiasmo.
Nelson da Silva, vendedor de flores há 6 anos, no bairro Ypú, se sente satisfeito por poder ajudar a trazer emoções aos corações das pessoas que recebem suas flores. “Durante os 4 meses que antecedem essa data, nós preparamos a terra para o plantio das flores que enfeitam e alegram a vida.”, diz Nelson.
Para os comerciantes em geral as vendas relacionadas ao Dia dos Namorados gera excelentes vendas, pois as pessoas estão querendo agradar quem elas amam. Esta data é vista como a terceira melhor para as vendas, segundo dados da Fecomércio-RJ.
Os comerciantes entrevistados estão com maiores expectativa de venda para este ano, comparados ao mesmo período do ano passado. Segundo os entrevistados as promoções que estão sendo oferecidas aos clientes é um grande atrativo comercial.
No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro e para melhorar as vendas de junho que é mês mais fraco para o comércio, a Agência Standard Propaganda montou um slogan com o tema dos namorados. Desde então 12 de junho se tornou uma data especial com uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".



Saiba mais sobre a expectativa de vendas e curiosidades para o Dia dos Namorados em:

www.serasa.com.br/empresa/noticia

http://www.fecomercio-rj.com.br/

http://www.portaldafamilia.org/artigos


Por Marcela Monnerat

Inadimplência assusta setor de Moda Íntima friburguense

Raimundo Monnerat, morador de Nova Friburgo, está há 18 anos no ramo de comércio de tecidos para confecção de moda íntima.
Osmir Martins, presidente da empresa Triumph, em Nova Friburgo, conta coma ajuda dos 900 funcionários para manter o rítimo de produção da fábrica que está no mercado há mais de duas décadas.
Nelci Loyola e sua esposa fundaram há 25 anos a Lucitex, uma empresa friburguense de moda íntima. A empresa produz cem mil peças por mês e exporta para alguns paises ao redor do mundo.
Maria Gomes viaja mais de 400 quilômetros para conseguir o sustento de sua família. Uma vez por semana vem á Nova Friburgo buscar mercadoria. Há dez anos trabalha como revendedora de moda íntima em Ipatinga, no estado de Minas Gerais. Afirma que esse é um negócio lucrativo apesar dos prejuízos.
Apesar de Nova Friburgo ser considerada a Capital da Moda Íntima do Brasil, comerciantes e industriários da cidade, como os entrevistados acima, não estão livres dos prejuízos trazidos através de uma venda mal sucedida.
Segundo dados da Telecheque, empresa responsável pelas consultas de cheque e inserções no SPC e SERASA, o primeiro na lista de inadimplência é o cheque devolvido.
A inadimplência é um problema que afeta tanto os comerciantes quanto os industriários, pois com saldo devedor a empresa não consegue créditos junto aos fornecedores. O descontrole sobre o dinheiro e empréstimo de folhas de cheques à terceiros é uma das principais causas.
Segundo dados do Serasa, a inadimplência dos consumidores aumentou 10,6% nos quatro primeiros meses desses ano em relação ao mesmo período de 2007.
Uma dica para reduzir a inadimplência é que o comerciante passe a trabalhar com cartões de crédito e débito, que apesar das altas taxas administrativas ainda é considerada a maneira mais garantida de receber o valor da mercadoria.


Saiba mais sobre a Inadimplência em:

www.sebrae.com.br – cartilha “Saiba Mais” sobre inadimplência

www.grupounidas.com.br - pesquisa sobre inadimplência

www.endividado.com.br - traz soluções para sair da inadimplência

www.oglobo.globo.com/economia

www.g1.globo.com/noticias


Por Marcela Monnerat

segunda-feira, 9 de junho de 2008

ENTREVISTA COM RENATA RAPHAELLY NA ÍNTEGRA

Repórter: Você é conhecida no meio musical como Renata Raphaelly. Tem 21 anos de idade. E canta há algum tempo. Quando e como você começou a cantar?

Renata: Acho que a idéia de cantar foi algo espontâneo, facilitado pela genética, pois minha família já cantava na Igreja Assembléia de Deus Central, em Nova Friburgo. Mas, respondendo a sua pergunta, eu comecei a cantar com 3 anos, também na Igreja (risos).

Repórter: Sua voz é muito afinada, você já fez algum tipo de curso?

Renata: Eu fiz 3 anos de aula de canto. Cheguei até a receber uma proposta da professora, ainda criança, para ir cantar em outro país. Mas, meus pais não permitiram por eu ser muito nova e deixaram para o futuro.

Repórter: Você canta profissionalmente?

Renata: Mais ou menos. Eu sempre gostei de cantar. Já cantei em casamentos e em eventos da Igreja, na região serrana e na região dos Lagos. Nos eventos da Igreja, eu não cobro nada e nos casamentos, às vezes eu cobro.

Repórter: Qual evento que mais te marcou até hoje?

Renata: Foi a Cruzada Missionária em Agosto de 2007, em que cantei para mais de cinco mil pessoas. Foi lindo! Eu nunca imaginei que ia cantar para tantas pessoas. Todo mundo gostou. Fiquei muito feliz! Foi emocionante ver aquela multidão cantando e louvando a Deus junto comigo.

Repórter: Como está indo seu projeto de lançamento de CD de música Gospel?

Renata: Tudo está caminhando muito bem e as músicas estão ótimas. Quem gosta de louvar a Deus com certeza vai amar o CD. Já tenho algumas músicas escolhidas, mas ainda estou aceitando idéias de outros compositores.

Repórter: Você tem idéia de quando irá lançar este CD?

Renata: Pretendo lançar este ano. Mas não tenho certeza, pois ainda estou precisando de patrocinadores. Quem quiser entrar em contato comigo, pode escrever um e-mail para: renatarph@yahoo.com.br .

Repórter: O que podemos esperar do CD?

Renata: No repertório poderão ser encontradas várias músicas inéditas. As pessoas poderão ouvir músicas de louvor e adoração em ritmos diversos.

Repórter: É verdade que você tem muitos fãs?

Renata: Mais ou menos (risos). As pessoas gostam muito de me ouvir cantar. Graças a Deus! Eu tenho uma comunidade no orkut feita por uma fã: *Nós amamos a cantora Renata*.

Repórter: Sua voz se encaixaria muito bem no estilo musical de MPB. Você pensa em cantar em outros estilos no futuro?

Renata: Não! Não penso nisso no momento! Acho que minha voz é um dom de Deus e por isso, quero usá-la para louvá-lo e adorá-lo.


Obrigada pela sua entrevista, Renata! Sucesso!



Por Danielle Grativol

domingo, 8 de junho de 2008

CONVERSANDO COM O CARDIOLOGISTA DR. RAUL ROSADO FEIJÓ

“Existem velhos com 60 anos e jovens com 80. Para mim, como médico, não há definição adequada de quando a pessoa é considerada idosa, depende de como a pessoa se vê”.
Dr. Raul Feijó acredita que a atividade física é uma forma de retorno do convívio da pessoa com a sociedade. Geralmente, o idoso se aposenta e fica muito restrito ao ambiente doméstico com uma inatividade física. Ele considera que todos os movimentos criados para terceira idade, tais como, hidroginástica, dança, alongamento, passeios entre outros, fazem com que o idoso se reintegre à sociedade, saia de casa e passe a ter uma atividade só para ele. Essa atividade melhora muito o nível de estresse, a auto-estima do idoso, ajuda no controle de peso, melhora a capacidade cardio-respiratória, ajuda muito a controlar a pressão arterial, enfim é fundamental. O que é recomendado pelo médico cardiologista é que se tenha uma avaliação médica antes de iniciar qualquer atividade física.
Por Danielle Grativol

CONVERSANDO COM A ASSISTENTE SOCIAL MÁRCIA DE J. S. REIMÃO

“Além dos benefícios já citados, a atividade física favorece ao idoso na parte social. Os que praticam alongamento ou outros exercícios em grupo fazem amizades e encontram pessoas parecidas, que vivem a mesma realidade, sentindo-se assim mais enturmados e inseridos na sociedade onde vivem.

O idoso aposentado tem uma grande tendência à depressão, já que passou a vida toda trabalhando com compromissos e horários fixos e nessa fase se encontra com tempo livre e sem a maioria dos compromissos. Ele geralmente se sente sem valor, pois está fora do mercado de trabalho e acredita que só as pessoas economicamente ativas são importantes.

O trabalho físico voltado para terceira idade contribuirá para integração das pessoas que passam pela mesma fase, pelos mesmos problemas de saúde, pelos mesmos medos e sensações. O ser humano é um ser social, por isso a importância da convivência entre os da mesma espécie e do mesmo grupo.

Além das vantagens fisiológicas, a prática da atividade física participa ativamente da melhora psicológica e comportamental do indivíduo. Geralmente o idoso se acomoda, tem medo de se arriscar, medo do desafio, é importante tomar a iniciativa, pois até mesmo o estresse é combatido pelos exercícios. O que acontece é uma melhora radical da qualidade de vida”, conclui a assistente social Márcia Reimão.
Por Danielle Grativol

CONVERSANDO COM A NUTRICIONISTA ROMYSCHNEIDER F. ITO

"Na terceira idade há um aumento natural das doenças crônicas degenerativas, por isso é importante a prática de exercícios físicos, para que o idoso consiga estabilizar o peso ou melhorá-lo.
O condicionamento físico de uma forma geral melhora, a atividade física faz com que a pessoa tenha uma melhor queima e utilização dos nutrientes, o que impedirá, um pouco, a obesidade.

Nessa idade também surge a diminuição da concentração do cálcio no organismo, perda da massa óssea, tendo como conseqüência a osteoporose. Com a atividade física e a exposição ao sol regular a pessoa consegue melhorar a captação desse cálcio e assim a prevenção da osteoporose.

Em pessoas onde existe a presença de artrite ou artrose a reposição do celênio (encontrado principalmente nos cereais), ômega 3 (encontrado em maior parte nos peixes) e antioxidantes (encontrado em frutas e verduras) atua na prevenção de lesões. A atividade física também proporciona junto com a alimentação balanceada uma melhor absorção das vitaminas hidrosolúveis, as vitaminas que são carregadas pela água, por isso é importante ter uma boa hidratação. "
A nutricionista ainda destaca a necessidade de não se exercitar em jejum.

“A união da atividade física com uma alimentação equilibrada é imprescindível para uma vida saudável e uma terceira idade “jovial”, finaliza Romyschneider Ito.
Por Danielle Grativol

CONVERSANDO COM A FISIOTERAPEUTA GABRIELLE C. L. ARAÚJO

“Acredito na importância da atividade física em qualquer idade, principalmente na terceira, onde aumentam a ocorrência de quedas no domicílio. O idoso tem todo um processo de envelhecimento sistêmico, começando pelo sistema nervoso, coração, vasos sangüíneos, pulmões, rins, pele, musculatura esquelética, cartilagem e ossos. Normalmente, há um comprometimento de equilíbrio, déficit de força, déficit de memória, de cognição, dificuldades no aprendizado, início de diabetes e colesterol alto devido à má alimentação praticada durante muitos anos e etc.
Tudo isso faz parte do processo natural do envelhecimento do corpo, mas pode ser controlado ou minimizado com a inclusão de alguns hábitos, tais como, a prática regular da atividade física. Podemos citar como benefícios dessa prática regular o aumento da força, o favorecimento da coordenação motora, a flexibilidade articular, que juntos culminam no melhor desempenho do equilíbrio e evitam as quedas. Apesar do ganho muscular não ser como o de um jovem, a pessoa idosa mantém um tônus muscular muito mais saudável e mantém ou aumenta a densidade óssea."
Gabrielle Araújo afirma, ainda, que com a regularidade da atividade física podemos evitar muitas doenças comuns da idade e controlar e tratar as doenças que já apareceram.
Por Danielle Grativol

PROJETO FELIZ IDADE

O projeto da cidade de Nova Friburgo/RJ chamado de "Centro de Convivência da Feliz Idade" existe há dois anos e atende a cerca de 3.000 idosos, através de várias atividades sócio-culturais e educativas. Os idosos contam com uma estrutura própria para sua idade e atividades que vão de ginástica, dança de salão, aulas de artesanato, canto coral, teatro e informática, além de assistência médica e inúmeras outras atividades assistidas para o seu lazer.
De acordo com a secretária do Programa, Maria Adélia Bevilacqua, são oferecidos atendimento médico e fisioterápico, aulas de informática, teatro, ginástica e alongamento, rodas de leitura, contação de história e poesia, dança de salão, canto coral, aulas de artesanato, com mais de dez técnicas diferentes: “Além disso, uma vez por mês realizamos baile, caminhada e os idosos até já participaram de uma mini-maratona”, disse a coordenadora, que ainda lembra que no Clube do Xadrez, onde funciona o Centro de Convivência da Feliz Idade, os freqüentadores podem utilizar a quadra de esporte e usufruir dos benefícios da horta comunitária que eles mesmos cuidam.
Por Danielle Grativol