quarta-feira, 30 de maio de 2007

Organização Pan-Americana da Saúde alerta para o uso do cigarro

Produto é responsável pela grande parte dos tipos de câncer

Por Talitha Santos

O cigarro foi considerado por muito tempo um símbolo de status. Porém, hoje em dia sabe-se que o cigarro é um dos piores inimigos da saúde.
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, o tabaco, composto principal do cigarro, é responsável por cerca de 30% das mortes de câncer no Brasil. Também é responsável por 90% das mortes de câncer de pulmão e por 25% das mortes por derrame cerebral.

De acordo com o Pneumologista Rodolfo Bachini Ramos, dos casos atendidos em seu consultório que são diagnosticados como câncer, 60% são provenientes do consumo do tabaco: “As pessoas ainda não se deram conta do malefício que o tabaco faz à saúde e ainda acreditam que é algo distante delas. Infelizmente, 30% dos pacientes que chegam para tratar uma pneumonia ou uma possível tuberculose, acabamos detectando com exames que o que desenvolveu-se foi o câncer de pulmão”, explica o médico.

Segundo a estudante de publicidade, Monique Silva de Miranda, com apenas 22 anos, já pôde perceber prejuízos causados pelo tabaco: “O médico detectou um desvio na artéria do coração, que foi causado, em grande parte pelo consumo do cigarro. Desde o segundo semestre de 2003, quando vim para a faculdade, comecei a fumar. Agora descobri este problema. Esse choque que tomei a pouco tempo, me fez diminuir, porém, ainda não consegui parar”, lamenta Monique.

Vários tratamentos vem surgindo como Psicoterapia, acupuntura, antidepressivos, spray nasal, adesivos contra nicotina e até chicletes de nicotina.
Para muita gente, parar de fumar é extremamente difícil, porém alguns benefícios são quase imediatos. Trinta minutos depois do último cigarro a pressão arterial volta ao normal e com uma semana já se nota a melhora no olfato, no paladar e até a respiração já normaliza.
Parar de fumar é possível e depende basicamente de força de vontade, porém sentindo dificuldades, procure um médico para orientá-lo.


Leia mais no site da OPAS:


http://www.opas.org.br/mostrant.cfm?codigodest=342

O Tuning no Brasil

Lançado em 2001, o filme “ Velozes e Furiosos I” , desencadeou essa tendência pelo mundo inteiro. O tuning como é chamado, consiste em alterar as características originais de um automóvel a um nível de personalização extrema.

No Brasil, por exemplo, ter um carro tunado já virou moda entre os jovens. Em alguns estados como Rio de janeiro e São Paulo, existem grandes competições para premiar o veículo que estiver melhor equipado de acordo com a categoria.

O tuning é aplicável a praticamente todos os componentes do carro; rodas, pneus,suspensão, alterações no motor, interior, carroceria, áudio, etc.

Com o tuning ganhando espaço nas ruas, o mercado passou a oferecer maiores opções desde o setor de auto-peças e acessórios, até o setor de serviços.
De acordo com Eduardo Montechiari, dono de loja de acessórios para tuning em Nova Friburgo, há quem gaste um valor acima do próprio preço do carro com peças e acessórios.

E se você quer saber mais sobre como tunar o carro, não se preocupe. Esse é um dos assuntos do mundo automobilístico mais em pauta na internet.
É só conferir o site: www.tuning.com.br

Por Suzana Barrozo.

Começou em todo o Estado a Campanha de vacinação contra a rubéola

Este ano no Rio de janeiro já foram constatados mais de mil casos de rubéola e para evitar que a epidemia se espalhe para outras cidades e estados, onde ainda não há casos registrados, todos os municípios do interior do estado estão participando da Campanha Estadual de vacinação contra a rubéola.

A rubéola é uma doença infecciosa causada por vírus, que ataca crianças e adultos. Trata-se de doença benigna, mas pode tornar-se potencialmente grave quando acomete mulheres grávidas, pois pode causar mal-formação no feto; sobretudo quando a mulher estiver no primeiro trimestre de gestação.

Em Nova Friburgo, as doses da vacina estão disponíveis nas seguintes unidades de saúde: posto do Suspiro, posto de Conselheiro Paulino, além do posto Tunney Kassuga, em Olaria e nas unidades básicas do Cordoeira e São Geraldo, das 8h às 17h.

Só serão imunizados homens e mulheres de 20 a 34 anos. A campanha acontecerá até o próximo sábado, dia 2.
Por Suzana Barrozo

A MÚSICA DO BRASIL ESTÁ VIVA

Apesar de novas tendências musicais, a música do Brasil continua agradando muitos fãs.

Cantigas populares, sons de origens africanas, fanfarras militares, músicas religiosas e eruditas, MPB (Música Popular Brasileira). Assim, com essa mistura de gêneros, surgia no país, ainda no período colonial, a história da música no Brasil. Do século XVI ao XVIII os ritmos musicais foram aparecendo e marcando essa trajetória. Diversos são os tipos de música que vieram ou surgiram no país, por isso alguns deles merecem destaque.

Na segunda metade do século XIX surgia o Choro, ou como é conhecido, o Chorinho. Já no início do século XX começa a aparecer o Samba. Na década de 40, o Baião de Luiz Gonzaga aparece em destaque, principalmente com o sucesso de
Asa Branca. Logo em seguida, um ritmo mais romântico chega como estilo musical, o Samba-Canção. Na metade da década de 50, em especial, um gênero sofisticado e suave marcava a MPB.

Renovador na música nacional e influenciada pelo jazz norte-americano, a Bossa Nova surgia para ficar, apesar de um declínio na mesma época. Esse estilo musical também marcou a história da música na cidade de Nova Friburgo que, aos poucos apresentou artistas, músicos e intérpretes da Bossa Nova.


Esse foi o primeiro grupo da Bossa Nova: Tom, Vinícius, Bôscoli, Menescal e Lyra.

Com talentos natos, mas infelizmente não tão bem reconhecidos, a cidade proporciona opções variadas da música brasileira para os apreciadores. Uma delas que, apesar de não ser friburguense, mas que lançou e marca sua carreira na região, é a intérprete Denise Pinaud. A história sobre a vida e carreira de Denise merece evidência. A cantora não dispensa comentários quando o assunto é música.

“Sempre que nos referimos a MPB estaremos englobando o samba, o axé, o funk, a bossa nova, entre outros, mas o que vejo com grande tristeza é a valorização de um estilo em detrimento do outro”, diz chateada Denise.

Para saber mais sobre a carreira de Denise Pinaud visite o endereço:

http://redacaojornalistica4.blogspot.com/2007/05/cantora-revelao-da-serra.html

Por Luanne Magalhães

Explosão demográfica

Cresce cada vez mais a população de animais de rua em Nova Friburgo



O aumento da população de animais de rua em Nova Friburgo é incontestável e traz transtornos para a prefeitura e para os moradores. O grande problema é a rapidez com que eles se reproduzem. Em um período de dois anos, uma única cadela é responsável, direta e indiretamente, pelo nascimento de 500 filhotes.


Pela estimativa mundial, a população de animais em uma cidade é de cerca de 20 a 30% da população humana, sendo que a de animais de rua seria a metade disto. Ou seja, em uma cidade como Nova Friburgo, o número de cachorros de rua poderia chegar perto dos 20 mil. Mas segundo a Secretaria de Meio Ambiente, a população estimada de cães nas ruas da cidade não passa de 15 mil. Para o veterinário José Eduardo Bittencourt, essa quantidade de cães soltos nas ruas é uma prova do desequilíbrio ecológico existente na cidade. “Existem cachorros nas ruas porque tem lixo para eles se alimentarem e pessoas que cuidam e dão abrigo. Para controlar essa população, deve haver um trabalho integrado de educação das pessoas e esterilização dos animais”, garante o veterinário.



Em Friburgo, ONGs de proteção aos animais como a COMBINA fazem programas de conscientização para alertar as pessoas sobre as conseqüências do abandono de animais e, tentar convencer aqueles que estão pensando em comprar um animal de estimação a adotar um animal abandonado. Além disso, essas entidades fazem castrações em massa a preços populares, na esperança de diminuir a natalidade de cães e gatos que mais tarde vão parar nas ruas da cidade.



Por Nicole Künzel

Pelo bem dos animais

Parceria entre Prefeitura e ONG COMBINA beneficia comunidades carentes


Numa tentativa de parar o crescimento populacional de animais de rua, a Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, em parceria com a ONG COMBINA – Companhia dos bichos e da natureza – realiza vários projetos relacionados ao assunto.



Inicialmente, a ONG oferecia o serviço de resgate de animais. Foi assim que as acomodações do canil mantido pela organização ficaram lotadas. Hoje, o sítio abriga mais de 500 cachorros retirados das ruas de Nova Friburgo.



Atualmente, também são realizadas ações de conscientização através de palestras em associações de bairros e escolas da região. Mas o maior sucesso da entidade é o programa de castração em massa a preços populares.



Toda semana, uma equipe da COMBINA, formada por um veterinário e dois assistentes, vai até as comunidades carentes do município e das redondezas, para esterilizar animais de pessoas que não podem pagar pelo serviço convencional de um médico veterinário. Em média mais de cem animais são castrados por mês, mas às vezes são mais de 60 apenas em uma semana.



Segundo o veterinário José Eduardo Bittencourt, responsável pelo canil da COMBINA e pelas castrações, esse trabalho faz a diferença. “Em dez anos, mais de dez mil fêmeas foram esterilizadas. Com isso, evitamos o nascimento de alguns milhões de filhotes,” comemora José Eduardo.



Os moradores das comunidades também são beneficiados pelos projetos. Dona Fátima, de Boa Esperança, tem 14 cachorros e mais de 80 gatos, todos castrados na campanha. “É muito bicho! Imagina se eu fosse pagar do meu bolso?! E não tem jeito, tem que castrar mesmo!”, diz ela.
Visite também o site:

Por Nicole Künzel

Nova Friburgo recebe Programa Nacional de Capacitação

Programa tem como objetivo formar gestores ambientais nos municípios para o fortalecimento do Sistema Nacional de Meio Ambiente

Nova Friburgo foi sede da primeira fase do Curso de Capacitação de Gestores Ambientais no Estado do Rio de Janeiro. O evento aconteceu entre os dias 7 e 10 de maio e faz parte do PNC – Programa Nacional de Capacitação. O programa visa formar e capacitar os agentes responsáveis pela elaboração e implementação da Política Municipal de Meio Ambiente, por meio da criação de um Sistema Municipal de Meio Ambiente, fortalecendo o SISNAMA – Sistema Nacional de Meio Ambiente.

Com a participação de 15 cidades das regiões serrana, norte e centro-sul fluminense, a abertura do evento contou com a presença do consultor técnico do Ministério do Meio Ambiente, Eugênio Spengler. Segundo Spengler, para o fortalecimento do SISNAMA é necessário que os municípios e prefeituras tenham na questão ambiental a estrutura para todas as ações e projetos.

- As prefeituras têm que ter na base de suas ações a questão ambiental. Temos que agir localmente pensando globalmente, disse o representante do Ministério do Meio Ambiente.

Além das palestras, os municípios puderam participar de debates e painéis sobre a questão ambiental em suas cidades. A segunda fase do projeto vai acontecer no mês de outubro, também em Nova Friburgo.


* Por Lauro Horato

O Candomblé na vida de um jovem



De origem africana, o Candomblé tomou forças nas terras brasileiras quando os sacerdotes africanos foram trazidos da África e escravizados no Brasil. Uma religião chamada de anímica – que acredita na alma da natureza – e que cultua os orixás, as divindades tidas como as energias vindas direto da natureza.

Carmen Lúcia de Souza é “abiãn”. Tem apenas 22 anos e encontrou no candomblé a brasilidade que buscou em outras religiões, como a Umbanda. “Eu fui filha de santo na Umbanda por dois anos. Respeito a Umbanda demais. É uma outra paixão minha! Só que foi no Candomblé que eu descobri a minha essência. O sentido para a minha vida. Foi num Ilê (casa na língua Yorubana) de Candomblé, numa festa de Yabá (divindades femininas do Candomblé), que eu descobri a minha espiritualidade”

Carmen é de família cristã. A mãe é evangélica, o pai católico e o irmão kardecista. Ela cresceu sob os ensinamentos da Igreja Católica, fez 1ª Comunhão e participou de eventos para jovens da Igreja. No entanto, confessa que sempre sentiu falta alguma coisa. “Eu gostava da Igreja, freqüentava direitinho e era assídua. Não faltava a missa. Só que não me sentia completa. Queria mais! E resolvi procurar outras coisas. Fui até o ceticismo. Até que o meu irmão me levou no centro do meu avô, que era pai de santo na época. Eu nunca tinha ido a nada disso. Além de ter medo, por conta do que a igreja contava, eu não tinha acesso. Meus pais não eram dessa religião e tudo mais... Muito complicado! Era uma casa de Umbanda e eu conversei com o vovô (nome carinhoso que Carmen dá aos conhecidos petros-velhos). Ouvi os cânticos que invocavam as entidades e achei lindo! Mas aquilo ainda era muito distante pra mim e acabei não voltando mais. Aí, depois resolvi freqüentar. Me apaixonei pela religião e a pratiquei por dois anos.”

Atualmente, ela freqüenta o Candomblé por opção e afirma que essa é a religião que ele sempre procurou: “o Candomblé é o que eu achei que encontraria na Umbanda. Hoje eu posso afirmar que o blé (como ele chama o próprio candomblé) é uma paixão. Eu nunca procurei a religião para benefício próprio. Eu procurei pela paixão por uma cultura que é tipicamente brasileira e que acaba traduzindo a minha essência. Sou candomblecista sem vergonha e sem medo do preconceito!”


Por Leonardo Gomes

O Candomblé no Brasil

Tradicionalmente brasileiro e tipicamente baiano, o Candomblé é uma religião que se tornou ícone do Brasil. Não é raro ver em algumas festividades brasileiras uma mulher caracterizada de baiana. Essa “brasilidade” está traduzida, também, nas músicas que trazem o nome dos orixás, nas escolas de samba do Rio e de São Paulo e, principalmente, na Bahia que é de “todos os Santos”.

“O Candomblé chegou no Brasil através dos negros africanos que foram trazidos pelos portugueses para serem escravizados por aqui. Os cultos eram escondidos, a religião foi proibida pela Igreja, na época, e até criminalizada por alguns governos do Brasil”, disse Rafael Pereira, professor de história e apaixonado pela religião.

No Brasil, de acordo com o Censo de 2000, cerca de 130 mil pessoas são praticantes declaradas do Candomblé. Mas esse número vem subindo: “muitas pessoas não declaram que são candomblecistas por medo de preconceito e essas mesmas pessoas acabam se dizendo católicas ou sem religião. No entanto, de uns tempos pra cá, tem havido um grande incentivo à cultura nacional e as pessoas estão começando a olhar o candomblé com outros olhos. Isso está aumentando o número de adeptos da religião que, antes, tinham curiosidade, mas tinham medo por não conhecerem”, afirmou Rafael.

Um dos problemas que os candomblecistas sofrem é o pré-conceito sobre a religião. Mas isso vem dos tempos do sincretismo, nas grandes senzalas. “Muito se fala e pouco se sabe sobre o Candomblé. É uma religião de mistérios. Nos tempos dos escravos, os rituais eram feitos às escondidas e nas madrugadas, pois os senhores de engenho não permitiam a prática. Então, o Candomblé cresceu mal-visto. Como uma coisa obscura e diabólica, como muitos falam. Mas isso é um grande erro. O Candomblé é uma religião monoteísta que acredita num Deus único e criador. Os orixás são divindades da natureza que estão abaixo desse Deus criador. A paz, o amor, a caridade e a fraternidade são as bandeiras que fazem do Candomblé uma religião linda e interessante”, conclui Rafael.


Por Leonardo Gomes

Ação social leva educação a moradores do interior de Teresópolis

O Espaço Compartilharte promoveu, no último dia 26, o "Rede Cidadania", um evento que levou à comunidade do bairro Canoas, interior da cidade, atendimento clínico e orientação para saneamento básico e sobre direitos da mulher, da criança, do idoso e orientações jurídicas.

O evento , que tem como propósito fortalecer o projeto "Vereda da Convivência Familiar e Comunitária" da entidade, é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Teresópolis, através da secretaria de Desenvolvimento Social, Saúde, Esportes, Comunicação, Cultura e Educação, além do SESC, da Unimed e do Instituto Desiderata.

Maria do Rosário Pinto é moradora do bairro e agradece a assistência: "Pra mim foi muito importante a vinda dessas pessoas aqui. Meu filho aprendeu a maneira certa de escovar os dentinhos dele. Agora eu posso ficar mais tranquila e ele pode se virar sozinho".

Um balcão de empregos foi instalado no local para cadastramento de pessoal. O senhor José Augustino da Rocha, que está desempregado há dois meses, diz que as esperança aumentaram depois do evento. "Eu estou há dois meses sem trabalho. Preciso sustentar minha casa e tá ficando muito difícil. Mas, agora, com essa ajuda do projeto, o meu nome já foi escrito ali e agora as empresas podem me chamar pra trabalhar. A esperança aumentou!".

Por Leonardo Gomes


Links Relacionados

http://www.espacocompartilharte.org.br/projetos/middle.htm

http://www.desiderata.org.br/

terça-feira, 29 de maio de 2007

Tuning em Nova Friburgo

Os carros que fazem parte do filme “ Velozes e Furiosos I ”, lançado em 2001, deixou muito marmanjo de boca aberta e fez com que fosse criada a tribo tuning no Estado do Rio de Janeiro.

Em Nova Friburgo, muitos jovens já aderiram a essa mania. A “tribo” normalmente formada por homens, investe na transformação e personalização de seus veículos.

O floricultor Silvano Barrozo, de 26 anos, relata que desde 2004 quando colocou o primeiro acessório no carro, não parou mais. Resultado: um gol equipadíssimo, com volante esportivo, pedaleiras em alumínio cromado, painel iluminado, monitor de DVD, iluminação de néon, bancos de couro e suspensão rebaixada.

“ Já me ofereceram quantias superiores ao que ele vale, mas não o vendo porque ele é o meu xodó.” Mas, o Detran de Nova Friburgo alerta que não pode equipar o veículo com itens proibidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) ou que possam prejudicar à segurança no trânsito.

A seguir segue uma lista do que não é permitido pelo Código de Trânsito Brasileiro:

· Alterar a suspensão do veículo;
· Alterar cores de lanternas ( só são permitidas cores de acordo com as especificações do Denatran);
· Alterar os níveis de som da descarga do veículo em desacordo com os níveis de decibéis previstos pelo Conama;
· Usar rodas ou pneus mais largos, que ultrapassem os limites dos paralamas;
· Usar equipamentos que possam desviar a atenção do motorista ou atrapalhar a segurança no trânsito.

Para maiores informações ligue para a Central de Atendimento do Detran – RJ.
Tel: 0800-204040 de segunda à sexta – feira.

Por Suzana Barrozo.

Construção irregular gera tragédias em Teresópolis

Por Fabiana Lima

Favelização é um dos principais problemas da cidade


As belezas naturais de Teresópolis e as montanhas da serra dos órgãos foi o que sempre encantou os visitantes. Mas há pelo menos dez anos, o que se vê é que o verde vem perdendo espaço para as construções. A maioria, irregulares.

Dados do ibge afirmam que Teresópolis é o segundo município mais favelizado do Estado do Rio. Mais de 24% da população vive em locais irregulares. Segundo a defesa civil do município, existem 30 áreas consideradas de risco na cidade, a ocupação desordenada atinge também a beira do rio Paquequer, causando problemas ainda maiores.

Por causa desse cenário, algumas enchentes resultaram em tragédias e marcaram a história de Teresópolis, como a do Perpétuo, em dezembro de 2002, quando 14 pessoas morreram soterradas e a cidade ficou debaixo d'água. No ano passado mais 2 pessoas morreram na cidade vítimas de desabamento, 04 pessoas ficaram desabrigadas e 176 desalojadas.

Maria Cleonice da Silva mora no morro do Perpétuo, ao lado do local onde as casas foram soterradas em 2002. Ela diz que continua lá porque não tem para onde ir. "Não tenho condições de pagar aluguel, e nem casa de parentes para me socorrer, o jeito é sair correndo quando chove".

Para evitar que tragédias como esta se repita na cidade Defesa Civil já começa a se preparar para as chuvas do final do ano através do projeto Vigilantes da chuva, que funciona na cidade há cinco anos." O objetivo principal é prever com uma antecedência de no mínimo duas horas deslizamentos que possam vir a ocorrer em determinadas localidades destas maneiras podemos avaliar os locais mais propícios a acientes", afirma a Agente da defesa Civil da cidade, Flávia Bartolí .

De acordo com a Defesa Civil a própria comunidade é que participa do projeto, com a mobilazação dos próprios moradores da cidade além dos resultados diretos obtidos esta é uma forma de conscientizar a própria população quanto aos riscos de contruções irregulares.

Favelização não para de crescer em Teresópolis


Por Fabiana Lima
Teresópolis é a segunda cidade maior em favelização do Estado

No último estudo realizado pelo IBGE sobre o mapeamento das favelas existentes no estado do Rio de Janeiro Teresópolis teve uma triste colocação: tem a segunda mais alta taxa de favelização entre os 91 municípios do estado: 24,18% da população total do município vive em favelas. Levando-se em consideração que a cidade tem cerca de 140 mil habitantes, são em média 35 mil pessoas morando em comunidades carentes.

Teresópolis fica na frente do Rio de janeiro na taxa de favelização (18,8%) e atrás apenas de rio das ostras (40%). O Prefeito Roberto Petto contesta a alta taxa de favelização, levantada pelo ibge, porém, concorda que a falta de saneamento básico é realmente um problema crônico que atinge não apenas os bairros de baixa renda, mas toda Teresópolis.

A comparação entre o censo do ibge feito em 1991 e o último, realizado em 2000, mostrou que o número de favelas aqui emTeresópolis permanece o mesmo: são 22 espalhadas por toda a cidade. Entretanto, o número de domicílios dentro delas cresceu 37,59%.

O número de moradores subiu 22,88%. Ou seja, em quase dez anos, a população que reside nas favelas saltou de 28.103 para 34.532 pessoas. É o mesmo que dizer que quase 25% dos habitantes de teresópolis moram em locais onde não há infra-estrutura básica.

Uma Conquista para os Portadores de Necessidades Especiais


A Prefeitura de Nova Friburgo inaugurou neste dia 25 a nova sede do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, na antiga Rodoviária Leopoldina, no Centro de Nova Friburgo (ao lado da Prefeitura). As famílias que necessitam de ajuda devem procurar a sede para fazer o cadastramento ou ligar para 2523-9213.
Na inauguração da sede foram entregues 2 Kombis totalmente adaptadas para ajudar no transporte dos portadores de necessidades especiais, estes veículos vão buscar os especiais em casa e levá-los para tratamento, algo que muitas vezes é difícil para as famílias que não tem a disposição um carro e alguns portadores de necessidades não conseguem se locomover sozinhos. Este projeto recebeu o nome de Projeto Conduz. Na nova sede também serão oferecidas aulas em braile para os portadores de necessidades visuais.
Para o presidente do Conselho Municipal de Defesa da Pessoa Portadora de Deficiência, Marlos Frattani a nova facilita o acesso dos portadores, antes o atendimento era feito na Vila Amélia o que dificultava o acesso dos portadores de deficiência.
Essa é mais uma das conquistas dos portadores de necessidades especiais em Nova Friburgo, que ao longo dos anos conseguiram conquistar calçadas adaptadas e ônibus para o transporte, mais ainda é pouco! Basta andar pelas ruas para sentir as dificuldades que as pessoas com necessidades tem para se locomover na cidade... escadas sem rampas, orelhões baixos e sem sinalização, sinais de trânsito que não fazem barulho, banheiros adaptados, poucos veículos adaptados e etc, etc etc. Mas é assim que começamos a mudar o pensamento das pessoas e quem sabe um dia, todos pensem neles antes de iniciar uma nova obra.
Por: Aline Pereira

CONSEG E UNIVERSIDADE DA FAMÍLIA OFERECEM CURSO PARA CASADOS

Alto número de divórcios alarma Conselho Comunitario de Segurança de Nova Friburgo



Preocupado com o aumento de divórcios na região, o CONSEG Nova Friburgo criou a Câmara Técnica de Proteção à Família. Em parceria com a Universidade da Família, que já atende cerca de 100 casais com problemas na relação, o CONSEG abriu, esta semana, novas vagas para o curso de aperfeiçoamento das relações entre casais, pais e filhos.

"Juntar" ou "morar junto", como muitos dizem hoje em dia, têm sido a maneira encontrada por casais que não querem casar no civil ou religioso. O coordenador do curso, e também da Câmara Técnica, Clauber Santos, acha que a maioria das separações acontece quando o relacionamento não é formal.

"As pessoas hoje não estão mais interessadas em firmar um compromisso sério. Elas se juntam já com o intuito de, se não der certo fica mais fácil de separar", acredita Clauber que está com medo da essência da família se perder.

O curso oferecido é gratuito e nos cartórios da cidade o casal já pode adquirir um livro de auto-ajuda. Os interessados em participar das aulas ou que gostariam de obter mais informações devem ligar para (22) 2522.3582 (CONSEG) ou (22) 2521.0172 (Universidade da Família).

Por Luanne Magalhães

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Programação natalina do comércio de Nova Friburgo


Um acordo realizado entre os Sindicatos dos Trabalhadores e dos Comerciantes em Nova Friburgo, além de estipular que o comércio durante os feriados passa a ser facultativo, já previu o horário especial de Natal na cidade. Em Dezembro, as lojas estarão autorizadas a funcionar das 9h às 20h nos dias 1º, de 3 a 8 e de 10 a 14. Já nos dias 15,17 a 22 e 24, o horário de trabalho poderá ser estendido até às 22h. Também há autorização para abertura das lojas nos domingos 2,9,16 e 23 das 9h às 22h e não será necessário adotar a Semana Inglesa (abertura das lojas às 13h) nas manhãs de segunda-feira.

***Por Juliana Stutz

Comércio de Nova Friburgo será aberto durante feriados

Um acordo firmado no início deste mês entre os Sindicatos dos Trabalhadores e dos Comerciantes de Nova Friburgo decidiu que os feriados de Maio a Dezembro de 2007,serão facultativos, exceto o dia 25 de Dezembro e também 1º de Janeiro de 2008. A medida visa melhorar a economia e turismo na cidade.

Com este acordo, os funcionários que trabalharem durante os feriados deverão ser remunerados com horas extras ou folgas programadas. O horário especial de Natal também já está definido. Para o vendedor Mauro Moreira, a medida não foi tão satisfatória: “Não sei se realmente vale a pena trabalhar durante os feriados, gostaria de ficar em casa, descansando ou passeando com a minha família. Meus domingos não são suficientes para fazer isto. Eu sei que é facultativo, mas acredito que o meu chefe vá querer abrir a loja. Espero que pelo menos financeiramente valha a pena.”

O acordo divide opiniões. Para o empresário José Américo Benvenutti, o funcionamento do comércio nos feriados será bom para todos: “Tenho certeza que para o comércio será muito bom, já que as pessoas que normalmente não tem tempo para ir às compras, poderão aproveitar o feriado, assim como os turistas. Para o comerciante esperamos também ser muito bom, que renda lucros, pois assim, os funcionários também poderão receber uma maior remuneração.”

***Por Juliana Stutz

Novos tratamentos para gravidez

Com o aumento do número de mulheres que procuram tratamentos para engravidar, a ciência está avançando e criando novos métodos. Para a ginecologista Inês Cavalcanti, além dos métodos já conhecidos e se estes não forem suficientes para o sucesso do casal, vale a pena o casal tentar estes novos métodos.

v TESTE DE FRAGMENTAÇÃO DO DNA DO ESPERMATOZÓIDE - O exame avalia a qualidade do esperma: mostra as células marcadas para morrer. Quanto maior a quebra do DNA, menor a taxa de fecundidade e maior o risco de perda de embriões obtidos em fertilização assistida. A fragmentação deve ocorrer na passagem do esperma pelo canal que une os testículos à próstata, devido a falha hormonal. A célula é extraída do testículo com agulha.
v AVALIAÇÃO DO EMBRIÃO – A dosagem do antígeno leucocitário do tipo G, substância imunológica extraída da cultura onde está o embrião 48 horas pós a fertilização in vitro, aponta os quê tem mais chances de sobreviver e de se implantar no útero.

A ginecologista alerta que a mulher deve sempre primeiramente procurar seu próprio médico para que este possa indicar o melhor tratamento ou encaminhar para uma clínica de confiança especializada.

***Por Juliana Stutz

A luta pelo direito de ser mãe




Cada vez mais mulheres adiam os planos de maternidade

Com a jornada dupla de trabalho que as mulheres vêm passando na vida contemporânea, o corre-corre do dia-dia faz com que muitos planos sejam adiados. Muitas vezes, uma oportunidade de emprego ou a falta de tempo atrapalham ,de certa forma a realização de sonhos. Entre estes desejos, pode-se citar a maternidade, cada vez mais adiada pelas mulheres, que em grande parte, deixam para realizá-lo depois dos trinta anos de idade. Porém, aí começam a surgir os problemas, já que a probabilidade de gravidez, torna-se menor, e aí, o bebê que está programado não vem na hora mais desejada, já que muitas vezes, é necessário recorrer a tratamentos demorados para engravidar e o casal acaba desistindo deste sonho.

Mas ao contrário do que muitos pensam, a idade não é o único fator que pode atrapalhar a vinda de um filho. Segundo a ginecologista Inês Cavalcanti, há também os chamados riscos modernos, como o stress, a poluição, o cigarro e o peso: “É até difícil de acreditar, mas o peso influencia sim na gravidez. Tanto a obesidade quanto a magreza excessiva provocam alterações no metabolismo e são capazes de inibir a ovulação. O casal deve pensar que até o estilo de vida deles está por trás de um bom resultado.”

A cabelereira Josiane Pirajá, 35 anos, até hoje não teve filhos, mas pretende engravidar ainda este ano. Para ela, um dos motivos pelo qual ainda não engravidou foi a relação instável que existia entre ela e o marido: “Nos casamos quando eu tinha vinte e três anos, mas no começo, nós brigávamos muito, por isso fomos adiando. Quando cheguei nos meu trinta anos, estávamos bem e então decidimos ter um filho e não conseguimos. Tentamos durante um tempo e nada. Segundo o médico, isto estava acontecendo porque eu estava tomando a pílula anticoncepcional há muito tempo. Continuamos tentando e não conseguimos. Então depois de um tempo decidi ir a outro médico que disse que eu deveria fazer uma cirurgia para limpar as minhas trompas. Ano passado fiz a cirurgia e agora acredito que esteja tudo certo.”

De qualquer forma, seja qual for o motivo para adiar um plano, é bom pensar se realmente vale a pena, pois nunca se sabe o que pode acontecer e aí estes sonhos podem não se tornar realidade.
***Por Juliana Stutz