Mostrando postagens com marcador diego cristane. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador diego cristane. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

CURIOSIDADES

Por Diego Cristane

Vestuário

Se quiser pode usar a útlima moda! Ou se preferir use o mesmo estilo que usava antes. As bolsas modernas são extremamente discretas, por isso relaxe, pois não se notará nada. Deve-se ter apenas a precaução de não colocar cintos, elásticos ou roupas muito apertadas por cima do ostoma, para se sentir mais confortável.

Esportes

Pode e deve praticar exercício físico! Atividades como correr, andar de bicicleta, nadar ou jardinagem, são totalmente recomendáveis. Se decidir praticar um esporte ou uma atividade que exija um grande esforço físico, deverá consultar o médico ou enfermeiro estomatoterapeuta.

Viagens

Pode viajar à vontade e sempre que o desejar! Quando viajar, apenas não se esqueça de preparar uma pequena maleta que tenha todo o material necessário para cuidar do seu ostoma durante o período que estiver fora de casa. Aconselha-se que leve sempre consigo e na sua bagagem de mão este material, pois em caso de extravio das malas, estará sempre prevenido.



FONTE:

Convatec – Empresa responsável pelo envio de material aos ostomizados citados nas matérias.

Associação dos Ostomizados busca apoio da sociedade friburguense

Por Diego Cristane

Fundada há mais de 10 anos, a Associação dos Ostomizados do Centro-Norte Fluminense vem buscando a cada dia se fortalecer divulgando a instituição, orientando os necessitados e conscientizando a população sobre a importância da colaboração e diminuindo o preconceito em torno do problema.





Criada para prestar auxílio aos ostomizados, a entidade reivindica direitos e apoio por parte dos órgãos municipais, estaduais e federais para obtenção de bolsas de ostomia (material essencial na vida de um ostomizado) e de acompanhamento médico.
A maioria dos associados é de baixa-renda e depende da ajuda que vem da associação. Entre eles estão crianças, homens e mulheres de todas as idades. A origem também varia, porque a entidade abrange os ostomizados de toda a região centro-norte fluminense. Esta região inclui as cidades de Carmo, Cordeiro, Cantagalo, Macuco, Bom Jardim, etc.
A maior conquista por parte da instituição é a atual sede, localizada na rua Mathilde Carpentier, no centro da cidade. Lá, é possível ao associado desde obter fácil cadastro até mesmo ir ao banheiro com toda a infra-estrutura necessária. Segundo a voluntária Regina, o acompanhamento dado ao ostomizado é fundamental para tornar suas vidas normais como eram antes.
- Aqui eles têm todo um auxílio, desde acompanhamento médico e material até acompanhamento pessoal do associado. Tentamos fazer o papel da família do ostomizado, indo até sua residência e prestando o auxílio devido – conclui.




Todo mês, uma reunião é realizada entre os associados e ela é aberta também à comunidade. O encontro é uma alternativa para unir e conscientizar a sociedade e a instituição para daí surgirem futuras parcerias.
Alguns eventos são promovidos para arrecadação de recursos, como chás e bazares, já considerados tradicionais na entidade. Atualmente a associação trabalha para realizar um bazar natalino.





Você sabia que um ostomizado pode praticar exercícios físicos? Clique AQUI para saber algumas curiosidades sobre a vida de um ostomizado.

Ostomizada mostra a importância do voluntariado em Nova Friburgo

Por Diego Cristane

Muitas pessoas hoje em dia têm acesso às mais variadas informações. No entanto, a diversidade de conteúdos muitas vezes pode ser insuficiente quando o assunto é ostomia. O significado do termo ostomia ainda é bastante desconhecido na sociedade.
Todos sabem que o aparelho digestivo dos seres vivos tem um papel muito importante na absorção de nutrientes, assim como na sua posterior eliminação. Os elementos que não são úteis ao organismo transformam-se em fezes.
Por distintas razões algumas pessoas necessitam ser operadas para desviar as fezes da saída habitual e construir um novo caminho para o exterior. Este tipo de operação chama-se ostomia e realiza-se criando uma “boca” de saída através da parede abdominal.
O estoma constrói-se com uma porção de intestino e é através dele que as fezes saem. Por esta razão, as pessoas ostomizadas necessitam utilizar uma bolsa para coletar as fezes ou urina.
Avanir Thuller, de 52 anos é ostomizada desde os 36 anos e aprendeu a conviver com o procedimento médico desde o início do tratamento. Ela sofreu uma retriculite e o problema foi irreversível.
- Quando tinha trinta e cinco anos comecei a ter problemas de sangramento. Procurei o médico para fazer exames, foi quando descobri que era portadora de retriculite. Já tem 16 anos que operei para a colocação da bolsa. Na época fiquei 18 dias internada no hospital, diz Avanir.
Desde o início do tratamento Avanir teve forças para entender o problema e passou a conviver com a bolsa de ostomia sem maiores transtornos. Ela ainda buscou se superar e passou a ajudar quem necessitava de tratamentos referentes à ostomia.
- Reagi muito bem à colocação da bolsa e graças a Deus aceitei desde o início. Já tem dezesseis anos que uso a bolsa e não tive grandes dificuldades. Estou sempre pronta a ajudar a outras pessoas que tem que passar pelo procedimento, conclui emocionada.



Avanir atua como voluntária desde o surgimento da Associação e, para ela, algumas pessoas têm algum tipo de preconceito ao descobrir que a pessoa é ostomizada. “Temos que levantar a cabeça, seguir em frente e deixar os preconceituosos de lado. Eles não pensam que hoje somos nós, mas amanhã podem ser eles”, analisa.
Por outro lado, ela acredita que o ostomizado sofre preconceito dele próprio. “Existem casos que a própria pessoa não aceita a patologia e tem medo de dizer para as outras pessoas que ela é ostomizada e, às vezes, o próprio paciente cria esse preconceito. Comigo isso não acontece, pois tenho muita facilidade de falar para as outras pessoas sobre o meu problema e orientá-las sobre o que for necessário.”

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Bom Jardim - Rio de Janeiro

Por Diego Cristane - Fotos: Divulgação.

Bom Jardim possui uma área de 520 Km2, possui clima agradável (temperado e seco) com média anual de 23 graus. A sede está situada numa altitude de 574 metros. O município encontra-se na parte central do Estado (região Serrana), estendendo sua área pelas vertentes da Serra do Mar e banhado pelas águas do Rio Grande. Apresentando relevo acidentado, tipo serrano, pequenos campos, muitos vales e colinas de inclinações.
A Cidade possui limites com Nova Friburgo, Cordeiro, Duas Barras e Trajano de Moraes e tem as seguintes distâncias:

Nova Friburgo - 23 Km

Rio de Janeiro - 157 Km

São Paulo - 535 Km

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Assumir obras: prioridade dos agentes do Estado no calendário eleitoral

Por Diego Cristane

Um dia após a retirada das tropas do Exército do Morro da Providência, autoridades disputam cada tijolo do inacabado Projeto Cimento Social. Criado pelo senador Marcelo Crivella.
Primeira interessada, a Prefeitura do Rio esteve na favela através da Secretaria de Assistência Social para apoiar os moradores e operários que tiveram os trabalhos interrompidos. O Secretário Municipal Marcelo Garcia justificou a visita à comunidade como um cumprimento ao papel social dele.
Para que as últimas 30 casas da primeira fase do projeto fiquem prontas, o Secretário propôs a formação de um mutirão com moradores e operários.
-Queremos iniciar uma campanha entre empresários e comerciantes, para que eles doem o dinheiro. A idéia é finalizar o projeto sem recursos do governo – esclarece Marcelo.
O governador Sérgio Cabral também quer assumir as obras. Para ele o Estado tem condições: “A população não merece ser utilizada eleitoralmente. Mas é preciso fazer uma espécie de termo de ajustamento de conduta ali para terminar o que não foi feito. A população não pode perder a obra por isso” – ressaltou Cabral.
O juiz Fábio Uchôa Montenegro, autor da paralisação das obras, aprovou ontem a proposta de os moradores, em mutirão, concluírem as reformas com a participação da construtora Edil, vencedora da licitação. Os recursos, porém, não poderiam ser vinculados ao projeto de Crivella nem de outros políticos, pois isto seria considerado uso eleitoral.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Scorpions no Rio

Por Diego L. Cristane

Noite de domingo, poucas pessoas costumam sair ou fazer um programa nos dias de hoje. Quem cria coragem e sai, nem sempre encontra algo diferente. O Rio sofre de uma mesmice e de uma melancolia que há tempos não se vê.
Ruas desertas, bares vazios, poucos carros, trânsito livre. Infelizmente o carioca não é mais capaz de se sentir satisfeito quando a agitação cessa. A calmaria agora é que incomoda. Culpa da violência? Não se sabe.
A noite estava muito bonita, não cabem desculpas esfarrapadas sobre tempo ruim, falta de festas, eventos, ou porque era véspera de segunda-feira. Aliás os programas de TV de maior audiência só terminam por volta da meia-noite. Recuperar a cultura carioca do lazer em primeiro lugar é prioridade para o Rio não perder sua identidade.
Me dirigia para a Zona Oeste por volta das 20 horas. Meu destino era um Ginásio. Cheguei lá as 21 h. A pista do ginásio possui capacidade para 10 mil pessoas, mas ao que parece não seria necessário tanto espaço. Poucas pessoas chegam e lentamente um pequeno espaço se ocupa.
Enquanto alguns ainda chegavam, eis que surge um pontual quinteto alemão. Comandado por um senhor no auge dos 60 aninhos chamado Klaus Meine, os Scorpions mostram de cara não terem esquecido a fórmula de um bom show de rock.
Após onze anos sem tocar no Rio e quatro décadas de carreira, a banda iniciou a apresentação com “Hour I”, música do mais recente disco do grupo, “Humanity: Hour I” . A canção incendiou o público.
Depois do hit novo, eles dispararam uma série de clássicos. Entre elas “Coming home” e “The Zoo”.
Quando o público parecia aquecido, todos os integrantes trocaram seus instrumentos por outros. Agora um som acústico. Subiram ao palco dois percussionistas, um tecladista e três cantoras de apoio, todos brasileiros. O bloco acústico foi anunciado pelo pano de fundo do palco, que remetia ao disco "Acoustica”, lançado pelos Scorpions em 2001.
Nesta segunda parte, eles tocaram “Holyday”, Always somewhere”e “Wind of change”no formato violãozinho. Os arranjos, porém, exageravam nos batuques.
Terminada a roda de violão, voltam as guitarras e com elas mais canções consagradas. A participação especial de Andreas Kisser, do Sepultura na instrumental “Coast to Coast”foi um dos mais importantes momentos da exibição.
O grupo não economizou em gestos para homenagear e agradar o público, como camisas e bandeiras brasileiras e uma versão quase germânica de “Xidade Maravilhôssa”. A mesma que Meine cantou no primeiro Rock in Rio, em 1985.
“A moment in a million years”fechou a noite e a festa dos Scorpions no Rio. Realmente foi uma oportunidade única e cada vez mais rara na Cidade Maravilhosa. Bons Momentos.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Terceiro lote de restituição será liberado amanhã

Por Diego de Lucca Cristane

A Receita Federal deposita amanhã cerca de R$ 1,5 bilhão na conta de 1,4 milhão de contribuintes. O terceiro lote do Imposto de Renda 2008 será corrigido em 3,91%.
Quem não informou o número da conta para crédito da restituição deve procurar uma agência do Banco do Brasil e pedir a transferência do dinheiro para o banco em que tenham conta. A operação também pode ser feita por telefone através dos números 4004-0001 (capitais) ou 0800-7290001 (demais cidades).

Mais quatro lotes da restituição estão previstos para 15 de setembro, 15 de outubro, 17 de novembro e 15 de dezembro.


Saiba se você está incluído no 3º lote - clique aqui