Elisangela de Paiva - Técnica Mista
A crise financeira mundial, que começou nos Estados Unidos, foi gerada com a ausência do dinheiro no mercado. No início, esta era a notícia econômica de maior impacto na última década.
O Brasil, por seu representante, presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não perdeu tempo ao imediatamente anunciar em cadeia nacional que a crise de forma alguma chegaria ao Brasil, alegando que, nossa economia passava por um processo de estabilização.
O agravamento da crise, que atingiu o mundo, obrigou o governo a mudar o discurso do deslocamento da economia brasileira em relação aos EUA, levando o Banco Central a adotar medidas para que o efeito da crise não atingisse tão de imediato a economia brasileira.
O governo Federal colocou as mangas de fora e começou a traçar estratégias para o país poder passar pela crise sem gerar muitas conseqüências desastrosas na economia.
Foi criado o Dia Nacional de Defesa dos Municípios – 23 de outubro. A CNM – Confederação Nacional dos Municípios gerou e organizou uma mobilização que levou à população de diversas cidades brasileiras informações sobre os reflexos da crise econômica na gestão das Prefeituras.
Em Macuco, o evento foi realizado no Salão da Câmara Municipal. A apresentação foi em DVD. Na ocasião, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, explicou que o objetivo da mobilização é o de informar sobre a real situação que cada município enfrenta neste momento de crise.
Cerca de 100 pessoas compareceram à Câmara Municipal e puderam conferir as medidas econômicas que desde já estavam sendo adotadas pela administração municipal.
O presidente da Câmara Municipal, vereador Bruno Boaretto, disse que reconhece as dificuldades enfrentadas em seu município.
"Sei das dificuldades de Macuco e o que os outros municípios tem passado. Somos ainda mais prejudicados com uma lei que faz com que perdemos além dos ICMS, praticamente a metade da verba de FPM - Fundo de Participação por município" destacou o vereador.
Macuco “aperta os cintos” para superar a crise financeira
Após a apresentação organizada pela CNM, o prefeito municipal de Macuco, Rogério Bianchini falou aos presentes destacando os principais problemas enfrentados pelo município de Macuco.
“Além de estarmos passando por uma crise, Macuco tem outro prejuízo com a Lei Aparecida Gama. Pela quarta vez está sendo levada em pauta no Supremo a questão dessa lei que delimita o nosso território! Devido a isso, Macuco perde há anos, 200 mil por mês. Perdemos 8% de FPM, 58% de CIDE e 25% de Royaltes. Nossas despesas aumentaram porque Macuco é um município que está progredindo”, disse Bianchini.
“Estou pedindo a Deus que a crise passe logo para que eu não precise demitir nenhum de meus funcionários. Os cortes em relação às despesas já estão sendo realizados. Parece que as coisas estão voltando aos seus lugares”, disse o prefeito se mostrando otimista.
Economia brasileira em processo de recuperação
Na semana passada, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou uma queda de 0,8% no PIB do primeiro trimestre deste ano sobre o quatro e de 1,8% ante o mesmo período do ano passado. Apesar de se dizer "um pouco triste" com o resultado, o presidente se mostrou otimista.
"O que é importante é que o pior já passou e a economia brasileira está dando sinais enormes de recuperação", comentou. "Nós entramos por último nessa crise e vamos sair primeiro que todos os países" completou o presidente.
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domingo, 29 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Profissionais formados na Estácio marcam Semana da Comunicação
Elisangela de Paiva
O Coordenador do curso de comunicação do Campus Friburgo, Jorge Maroun iniciou a Semana destacando a importância da participação dos alunos em palestras oferecidas pela Universidade.
“Entendendo a importância do evento, investimos onde o aluno ganha mais que uma aula. A Semana da Comunicação é como um baluarte de nossa instituição. Por determinação do Coordenador Geral o evento é marcado por profissionais formados na Estácio”, disse Jorge Maroun.
Carla Tanque atuou como publicitária por cinco anos e não demorou muito para despertar o seu interesse pelo jornalismo, o que a fez voltar para os bancos da universidade Estácio de Sá -Campus Niterói e concluir o curso de Comunicação Social com habilitação em jornalismo.
Após se formar em jornalismo, Carla Tanque veio para Nova Friburgo onde atuou como repórter no SBT interior por quatro anos. Atualmente é Assessora de Imprensa da Companhia de Águas de Nova Friburgo.
Fernando Torres se formou no ano de 2001, na primeira turma de jornalismo da Estácio Campus Friburgo. Com apenas 26 anos de idade já possui um vasto currículo em sua área de atuação - rádio, mídia impressa, TV, Assessoria de Imprensa, professor de universidade e atualmente repórter 3G do Jornal Extra on line.
Apesar de vidas opostas, em relação a moradia, não podemos dizer o mesmo quando o assunto é profissionalismo. Carla Tanque e Fernando Torres são jornalistas que fazem a diferença, e a mudança de municípios proporcionou oportunidades. Ela, de Niterói, veio exercer sua profissão em Nova Friburgo, interior do Estado, e ele, morador de zona rural, localizada em Santa Rita da Floresta - distrito do município de Cantagalo, ficou famoso ao criar o personagem João Buracão.
Fernando Torres não poderia imaginar que em tão pouco tempo viese um dia a ser indicado à concorrer ao prêmio Esso de reportagem de jornalismo, após criar um personagem que acabou virando um defensor da comunidade.
O Coordenador do curso de comunicação do Campus Friburgo, Jorge Maroun iniciou a Semana destacando a importância da participação dos alunos em palestras oferecidas pela Universidade.
“Entendendo a importância do evento, investimos onde o aluno ganha mais que uma aula. A Semana da Comunicação é como um baluarte de nossa instituição. Por determinação do Coordenador Geral o evento é marcado por profissionais formados na Estácio”, disse Jorge Maroun.
Os jornalistas Carla Tanque e Fernando Torres foram os convidados para a abertura da Semana da Comunicação, iniciada no dia 26 de outubro.
Na ocasião, os dois palestrantes relataram seu dia-a-dia profissional, onde ficou evidenciado o jornalismo comunitário. Eles também deram dicas aos alunos sobre a acirrada disputa no mercado de trabalho.
“Se vocês querem jornalismo, não desistam. A sua carreira começa quando você coloca os pés na faculdade. E nunca faça um trabalho de faculdade de qualquer jeito. Faça sempre o seu melhor. O mercado está exigente”, disse Fernando Torres.
Carla Tanque destacou a importância em valorizar as oportunidades concedidas pela Universidade.
“Foi a Estácio que me tornou a profissional que sou. Seja persistente, sempre. Não é um caminho fácil. Não está nada fácil pra ninguém em nenhuma profissão. Então é melhor fazer o que gosta. Aproveitem todas as oportunidades oferecidas pela universidade. A Estácio é uma das poucas que possuem essa estrutura no curso de Comunicação Social”, disse Carla Tanque.
Na ocasião, os dois palestrantes relataram seu dia-a-dia profissional, onde ficou evidenciado o jornalismo comunitário. Eles também deram dicas aos alunos sobre a acirrada disputa no mercado de trabalho.
“Se vocês querem jornalismo, não desistam. A sua carreira começa quando você coloca os pés na faculdade. E nunca faça um trabalho de faculdade de qualquer jeito. Faça sempre o seu melhor. O mercado está exigente”, disse Fernando Torres.
Carla Tanque destacou a importância em valorizar as oportunidades concedidas pela Universidade.
“Foi a Estácio que me tornou a profissional que sou. Seja persistente, sempre. Não é um caminho fácil. Não está nada fácil pra ninguém em nenhuma profissão. Então é melhor fazer o que gosta. Aproveitem todas as oportunidades oferecidas pela universidade. A Estácio é uma das poucas que possuem essa estrutura no curso de Comunicação Social”, disse Carla Tanque.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
As diferentes formas de se noticiar em um site
As notícias publicadas nos sites de notícias são acessadas diariamente por milhares de internautas. Com o advento da tecnologia a instantaniedade é prioridade no meio jornalístico, principalmente em se tratando de internet.
Mas todo cuidado é pouco. Em busca do furo de reportagem, muitos jornalistas acabam postando notícias sem averiguar a veracidade dos fatos. Quando não, as informações são incorretas, ou sem conteúdo.
O conteúdo de um site, principalmente jornalístico, deve ser interessante, atualizado, títulos criativos para comunicar a mensagem aos seus visitantes, e assim estar constantemente sendo acessado.
Uma notícia publicada no globo online sobre um Tiroteio no Morro do Juramento, Rio de Janeiro, local onde acontece o fato, apresenta uma notícia sem conteúdo quando são divulgadas informações que acabam deixando o leitor sem respostas. Veja www.globoonline.com.
A mesma notícia publicada no site do Estadão (site jornalístico do Estado de São Paulo) deixa o leitor mais ciente do ocorrido. O que chama a atenção para a notícia.Confira a noticia no seguinte endereço eletrônico: www.estadao.com.br
No Odiaonline, a notícia mal elaborada deixa o leitor perdido. Isso mostra os prós e contras da tecnologia em se referindo a informação. O leitor cada vez mais exigente navega em busca de uma reportagem com recursos visuais e gráficos disponíveis.
Uma notícia publicada no site www.boadica.com.br divulga que veículos de diversas partes do mundo estão correndo atrás do tempo e procurando adaptar a atividade online a atualidade, no qual o usuário assume um papel cada vez mais participativo.
Mas, estejamos certos que, a informação digital não é totalmente certa. A internet é vista como um mercado popular, cada um disputando a venda de seu produto. E quem detêm o controle é sempre o público, o principal responsável pela audiência.
Mas todo cuidado é pouco. Em busca do furo de reportagem, muitos jornalistas acabam postando notícias sem averiguar a veracidade dos fatos. Quando não, as informações são incorretas, ou sem conteúdo.
O conteúdo de um site, principalmente jornalístico, deve ser interessante, atualizado, títulos criativos para comunicar a mensagem aos seus visitantes, e assim estar constantemente sendo acessado.
Uma notícia publicada no globo online sobre um Tiroteio no Morro do Juramento, Rio de Janeiro, local onde acontece o fato, apresenta uma notícia sem conteúdo quando são divulgadas informações que acabam deixando o leitor sem respostas. Veja www.globoonline.com.
A mesma notícia publicada no site do Estadão (site jornalístico do Estado de São Paulo) deixa o leitor mais ciente do ocorrido. O que chama a atenção para a notícia.Confira a noticia no seguinte endereço eletrônico: www.estadao.com.br
No Odiaonline, a notícia mal elaborada deixa o leitor perdido. Isso mostra os prós e contras da tecnologia em se referindo a informação. O leitor cada vez mais exigente navega em busca de uma reportagem com recursos visuais e gráficos disponíveis.
Uma notícia publicada no site www.boadica.com.br divulga que veículos de diversas partes do mundo estão correndo atrás do tempo e procurando adaptar a atividade online a atualidade, no qual o usuário assume um papel cada vez mais participativo.
Mas, estejamos certos que, a informação digital não é totalmente certa. A internet é vista como um mercado popular, cada um disputando a venda de seu produto. E quem detêm o controle é sempre o público, o principal responsável pela audiência.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Scorpions no Rio
Por Diego L. Cristane
Noite de domingo, poucas pessoas costumam sair ou fazer um programa nos dias de hoje. Quem cria coragem e sai, nem sempre encontra algo diferente. O Rio sofre de uma mesmice e de uma melancolia que há tempos não se vê.
Ruas desertas, bares vazios, poucos carros, trânsito livre. Infelizmente o carioca não é mais capaz de se sentir satisfeito quando a agitação cessa. A calmaria agora é que incomoda. Culpa da violência? Não se sabe.
A noite estava muito bonita, não cabem desculpas esfarrapadas sobre tempo ruim, falta de festas, eventos, ou porque era véspera de segunda-feira. Aliás os programas de TV de maior audiência só terminam por volta da meia-noite. Recuperar a cultura carioca do lazer em primeiro lugar é prioridade para o Rio não perder sua identidade.
Me dirigia para a Zona Oeste por volta das 20 horas. Meu destino era um Ginásio. Cheguei lá as 21 h. A pista do ginásio possui capacidade para 10 mil pessoas, mas ao que parece não seria necessário tanto espaço. Poucas pessoas chegam e lentamente um pequeno espaço se ocupa.
Enquanto alguns ainda chegavam, eis que surge um pontual quinteto alemão. Comandado por um senhor no auge dos 60 aninhos chamado Klaus Meine, os Scorpions mostram de cara não terem esquecido a fórmula de um bom show de rock.
Após onze anos sem tocar no Rio e quatro décadas de carreira, a banda iniciou a apresentação com “Hour I”, música do mais recente disco do grupo, “Humanity: Hour I” . A canção incendiou o público.
Depois do hit novo, eles dispararam uma série de clássicos. Entre elas “Coming home” e “The Zoo”.
Quando o público parecia aquecido, todos os integrantes trocaram seus instrumentos por outros. Agora um som acústico. Subiram ao palco dois percussionistas, um tecladista e três cantoras de apoio, todos brasileiros. O bloco acústico foi anunciado pelo pano de fundo do palco, que remetia ao disco "Acoustica”, lançado pelos Scorpions em 2001.
Nesta segunda parte, eles tocaram “Holyday”, Always somewhere”e “Wind of change”no formato violãozinho. Os arranjos, porém, exageravam nos batuques.
Terminada a roda de violão, voltam as guitarras e com elas mais canções consagradas. A participação especial de Andreas Kisser, do Sepultura na instrumental “Coast to Coast”foi um dos mais importantes momentos da exibição.
O grupo não economizou em gestos para homenagear e agradar o público, como camisas e bandeiras brasileiras e uma versão quase germânica de “Xidade Maravilhôssa”. A mesma que Meine cantou no primeiro Rock in Rio, em 1985.
“A moment in a million years”fechou a noite e a festa dos Scorpions no Rio. Realmente foi uma oportunidade única e cada vez mais rara na Cidade Maravilhosa. Bons Momentos.
Noite de domingo, poucas pessoas costumam sair ou fazer um programa nos dias de hoje. Quem cria coragem e sai, nem sempre encontra algo diferente. O Rio sofre de uma mesmice e de uma melancolia que há tempos não se vê.
Ruas desertas, bares vazios, poucos carros, trânsito livre. Infelizmente o carioca não é mais capaz de se sentir satisfeito quando a agitação cessa. A calmaria agora é que incomoda. Culpa da violência? Não se sabe.
A noite estava muito bonita, não cabem desculpas esfarrapadas sobre tempo ruim, falta de festas, eventos, ou porque era véspera de segunda-feira. Aliás os programas de TV de maior audiência só terminam por volta da meia-noite. Recuperar a cultura carioca do lazer em primeiro lugar é prioridade para o Rio não perder sua identidade.
Me dirigia para a Zona Oeste por volta das 20 horas. Meu destino era um Ginásio. Cheguei lá as 21 h. A pista do ginásio possui capacidade para 10 mil pessoas, mas ao que parece não seria necessário tanto espaço. Poucas pessoas chegam e lentamente um pequeno espaço se ocupa.
Enquanto alguns ainda chegavam, eis que surge um pontual quinteto alemão. Comandado por um senhor no auge dos 60 aninhos chamado Klaus Meine, os Scorpions mostram de cara não terem esquecido a fórmula de um bom show de rock.
Após onze anos sem tocar no Rio e quatro décadas de carreira, a banda iniciou a apresentação com “Hour I”, música do mais recente disco do grupo, “Humanity: Hour I” . A canção incendiou o público.
Depois do hit novo, eles dispararam uma série de clássicos. Entre elas “Coming home” e “The Zoo”.
Quando o público parecia aquecido, todos os integrantes trocaram seus instrumentos por outros. Agora um som acústico. Subiram ao palco dois percussionistas, um tecladista e três cantoras de apoio, todos brasileiros. O bloco acústico foi anunciado pelo pano de fundo do palco, que remetia ao disco "Acoustica”, lançado pelos Scorpions em 2001.
Nesta segunda parte, eles tocaram “Holyday”, Always somewhere”e “Wind of change”no formato violãozinho. Os arranjos, porém, exageravam nos batuques.
Terminada a roda de violão, voltam as guitarras e com elas mais canções consagradas. A participação especial de Andreas Kisser, do Sepultura na instrumental “Coast to Coast”foi um dos mais importantes momentos da exibição.
O grupo não economizou em gestos para homenagear e agradar o público, como camisas e bandeiras brasileiras e uma versão quase germânica de “Xidade Maravilhôssa”. A mesma que Meine cantou no primeiro Rock in Rio, em 1985.
“A moment in a million years”fechou a noite e a festa dos Scorpions no Rio. Realmente foi uma oportunidade única e cada vez mais rara na Cidade Maravilhosa. Bons Momentos.
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