domingo, 29 de novembro de 2009

A CUFA de Nova Friburgo investe em dança de rua

taça de champanhe

Por Edilene Medeiros


A CUFA (Central Única das Favelas) é uma ONG que foi criada na cidade do Rio de Janeiros por jovens de várias favelas do município. Esses jovens em sua maioria eram negros que buscavam um espaço de reconhecimento na sociedade.

O rapper MV Bill é um dos fundadores da CUFA e tem sua participação reconhecida através do HIP HOP e por ser, de acordo com a UNESCO, uma das dez pessoas mais militantes no mundo na última década.

Trabalhando com arte e cultura desde 1999. A ONG é apoiada por patrocinadores e já está presente em mais de 25 estados brasileiros.

As atividades estão acima de tudo relacionadas à arte, mas também a busca pelo esporte e educação. Há cursos de DJ, Graffiti, escolinha de basquete e skate, por exemplo.

A ONG é composta por jovens formados nas oficinas de capacitação e profissionalização, em sua maioria, moradores de comunidades carentes.

O reconhecimento no Brasil, faz com que a CUFA possa ajudar milhares de jovens a saírem das ruas em busca de um espaço no meio social. Em um país em que maioria é composta por descendentes de negros e pobres, a busca pelo sucesso e reconhecimento ainda é desigual.

A instituição trabalha em prol dessa responsabilidade social e de forma bastante séria já participou e ganhou vários prêmios como: HUTÚZ, LIIBRA, CineCufa, RPB Festival, entre outors.

A CUFA em Nova Friburgo

Na cidade de Nova Friburgo, a instituição chegou em fevereiro deste ano e tem como coordenadora regional a estudante de pedagogia, Aline Velozo.

“Em um dos encontros nacionais da CUFA, foi estabelecido que até 2012 ela estará presente em todos os municípios brasileiros, gerando 5 mil bases para 5 milhões de pessoas. A instituição em Nova Friburgo é parte desse processo de interiorização. O HIP-HOP, do qual faço parte, me levou a procurar a CUFA”, disse Aline.

Conheça o Hip-Hop

Apesar de se chamar Central Única das Favelas, Aline conta que não gosta muito de usar esse e termo, pois as pessoas encaram de forma preconceituosa e negativa:

“Os bairros de Friburgo podem ser caracterizados em situação de favela, pois enfrentam tráfico, violência, baixa empregabilidade. Longe de comparações com as favelas do Rio, pois temos características diferentes. Não queremos também vincular o nome favela a uma impressão ruim e sim a problemas existentes. Como diz Celso Athayde, Presidente da CUFA, que tal ‘ Central Única dos Ateliês’, assim o questionamento de favela para, mas o problema permanece”.

De acordo com a coordenadora da CUFA, ainda há muito que fazer na cidade para a instituição atender um bom número de pessoas. A divulgação dos projetos é feita através dos eventos realizados nas escolas e faculdades da cidade.

Em Nova Friburgo, os projetos da ONG são voltados para : dança, graffiti, basquete de rua, capoeira, equipe de pesquisa e arte circense. Dentre eles o grupo de dança de rua é o que mais se destaca.

KARATE MOSTRA BONS RESULTADOS MADALENA

Por Raniery Costa

O Karate é uma arte em que a pessoa aprende a utilizar as suas mãos ou outros membros do corpo como pés e joelhos para se defender. É por este fato que vem o significado da arte “mão vazia”, ou “nada nas mãos”.



Foto: Divulgação
 

A arte é recomendada para todas as idades, e a partir dos 11 anos de idade, pode-se começar a treinar. Em casos de crianças menores, é importante que aula represente uma brincadeira, ou um jogo, além das noções da luta. 

A prática do karate também é considerada uma ótima atividade para pessoas da 3ª idade, pois desenvolve hábitos posturais e auxilia no fortalecimento da musculatura. Pessoas com mais de 60 anos, o fortalecimento muscular contribui para a prevenção da osteoporose, contribuindo para maior flexibilidade diminuindo os riscos de queda entre outros benefícios.

Segundo os instrutores, a arte proporciona grande condicionamento cardio-vascular e muscular, não há ganho de massa muscular, mas de força e definição, desenvolve a coordenação motora e a mobilidade das articulações, exige o aprendizado de estratégias por parte do lutador, incentiva o auto-controle emocional além de poder ser aplicado à auto-defesa, principalmente nos dias de hoje em a violência está cada vez maior. 

Ao praticar a arte as pessoas devem se habituar a usar o kimono (uniforme do karatê) e, eventualmente, protetores para boca para proporcionar maior segurança ao praticante. Mas, em qualquer luta, a peça fundamental é o professor e por isso, o aluno deve procurar uma academia com professores capacitados, tanto técnica quanto psicologicamente.

No dia 27 outubro 2009 esteve na cidade de Santa Maria Madalena o Presidente da Federação Karate do Estado Rio Janeiro e coordenador técnico da Associação Madalenense Yuuki-Do de Karatê, Fernando Gomes.

Willian Reigoto, Prefeito Arthur Garcia, Fernando Gomes e Nilton Pontes - Foto:Raniery Costa


O objetivo da visita foi se reunir com o Prefeito Artur Lima Garcia e com os professores Willian Reigoto Teixeira e Nilton César Santiago Pontes, para falar sobre os planos e atividades realizadas pela Federação em relação à Associação Yuuki-Do em Madalena.

Na oportunidade, Gomes falou das grandes das conquistas que a Associação Yuuki-do de Karate obteve nos campeonatos e elogiou o desempenho dos atletas. Falou também sobre o exame de faixa preta pelo qual passaram os professores da Associação em que o professor Nilton César Santiago Pontes recebeu a Faixa Preta 4º Dan, e o professor Willian ficou com a Faixa Preta no 3º Dan. 

O instrutor da associação Willian afirmou que “todas as conquistas só foram possíveis com a ajuda da Prefeitura de Santa Maria Madalena, que realmente se preocupa com o futuro das crianças no Município e sabe que esporte e educação caminham juntos e no final a juventude da cidade só vem a ganhar com isso”.

Vamos fazer uma viagem segura?

Taça, mista- link interno


Confira aqui o que você vai precisar para praticar o cicloturismo


Por Edilene Medeiros

É indispensável pensar no KIT de primeiros socorros. Como a maioria das viagens pode acontecer em trilhas e em caminhos com muito mato e árvores, alguns pequenos acidentes envolvendo quedas e arranhões são freqüentes.


Leve uma pequena bolsa com:

Gaze; esparadrapo; algodão; colírio; creme lábial para evitar rachaduras; pomada para queimaduras de sol; filtro solar; repelente para insetos e relaxante muscular.


Evite levar álcool, pois pode causar algum acidente tanto para você quanto para o meio ambiente.


Os itens de segurança obrigatórios por lei são:

Refletores laterais nas rodas; refletores noturno dianteiro e traseiro; refletores nos pedais ou nas sapatilhas no caso de pedais de encaixe; buzina e retrovisor no lado esquerdo.


Itens de Segurança não obrigatórios por lei, mas indispensáveis:

Capacete; óculos com lentes amarelas ou escuras; luvas e sinalizador traseiro.


Algumas dicas para você evitar “apertos” durante o trajeto:

-Coma pouco para não passar mal, porém freqüentemente. Nunca ultrapasse os limites do seu corpo, pois pode influenciar no apetite e no sono.

-Pare e descanse por 15 minutos no máximo, não perca o aquecimento que teve durante toda a viagem.

-Leve um celular ou um rádio comunicador para não se perder.

-Procure informações sobre a cidade que vai, leve um mapa, veja como é a estrada.


É isso, aproveite o que a natureza tem a oferecer e viaje com segurança. Depois comente no blog e conte suas experiências!

Cicloturismo, o que é isso?

taça mista

Dois jovens fazem viagem até Lumiar de bicicleta



Por Edilene Medeiros


A estudante de jornalismo Karine de Abreu e seu namorado o estudante de Gestão Ambiental, Rogério Pinto, decidiram praticar o cicloturismo em Lumiar distrito de Nova Friburgo.

O cicloturismo é uma modalidade voltada ao lazer, viagens e longos passeios com uma bicicleta resistente e confortável. Uma bicicleta que possa ser usada não só para viajar, mas para carregar bagagens.

Por ser uma prática relativamente recente e ainda pouco difundida no Brasil, não existe uma definição ou conceito para essa forma de usar a bicicleta.

Os cicloturistas são aqueles que partem do desejo de conhecer um lugar específico, planejam um roteiro e durante a viagem desfrutam ao máximo de tudo que fizer parte dela, somente com a certeza do horário da saída, em cada dia durante a jornada.

Essa modalidade oferece aos aventureiros uma indescritível sensação de liberdade e constante contato com a natureza e culturas diversas. É uma aventura não poluente e econômica.

Cicloturismo é a melhor e mais tranqüila opção oferecida pela bicicleta. Pode ser uma pedalada calma que liga o campo à cidade, ou uma longa e difícil viagem detalhadamente planejada.

O ciclista aprecia as cores, formas, cheiros, sons, natureza e detalhes da paisagem. A bicicleta permite que o ambiente seja vivenciado.

Não é necessário ser um ciclista experiente para fazer cicloturismo. Qualquer um pode se aventurar. Basta ir com calma, respeitar os próprios limites.

Os dois jovens contam como foi à viagem

É a primeira vez que Karine e Rogério viajam de bicicleta, no dia 08 de novembro, saíram de Nova Friburgo, cidade em que moram rumo à Lumiar. O desejo do casal era se aventurar e conhecer a cidade pedalando.

Como estudante de Gestão Ambiental, Rogério é muito ligado à natureza e acha importante a prevenção:

“O cicloturismo oferece a possibilidade de apreciarmos a natureza sem poluição alguma. Acho que todos deveriam fazer, no inicio cansa um pouco, mas é questão de costume”, acrescenta Rogério.

Para Karine foi muito tranqüilo ir até Lumiar de bicicleta, o seu próximo objetivo seria um lugar mais distante:

“ Ainda não sei qual será a próxima vez que iremos viajar, espero chamar mais amigos, mas quero ir para um lugar mais longe de Nova Friburgo”.

O calor foi o maior problema para os aventureiros, como foi a primeira viagem alguns kits faltaram na bagagem:

“ Esqueci completamente de levar o protetor solar, ou seja, quando fui dormir estava toda ardendo. Nunca mais esqueço o protetor”, contou Karine

A meta era chegar na casa de um casal de amigos do Rogério. Os dois estudantes passaram a noite na casa dos amigos e no dia seguinte pegaram estrada novamente.

“ Nossa, chegamos muito cansados. Cheguei a conclusão que precisávamos fazer mais exercícios físicos. Comemos e dormimos muito, a viagem foi um pouco longa porque como não estávamos acostumados tivemos que parar várias vezes”, explica Rogério.
E se você se cansar no meio do caminho?

Se a viagem for longa e durar mais de um dia pegue uma carona ou leve a bicicleta com você em um ônibus. Se for como a dos estudantes, pare, beba bastante água e descanse. A desidratação pode acabar com o passeio.

Há regras e limites neste esporte como: respeitar Leis de trânsito e o meio ambiente.

Confira os equipamentos e acessórios indispensáveis para essa aventura

Depressão. O que fazer?

Psicóloga explica como lidar com o problema

Por Diógenes de Oliveira
Link interno para AV2 - Matéria sobre depressão

Em entrevista cedida ao repórter, Diógenes de Oliveira, a psicóloga, Vanusa Ramos, falou sobre as causas e o tratamento da depressão. Confira a entrevista completa.

Diógenes de Oliveira: A depressão está sempre associada a algum evento adverso da vida?

Drª. Vanusa Ramos: Nem sempre. A depressão também pode ser ocasionada por questões orgânicas como, por exemplo, nas oscilações hormonais que ocorrem principalmente na mulher em períodos como menopausa ou pré-menstruais.

Diógenes de Oliveira: Quem está mais propenso a ter depressão?

Drª. Vanusa Ramos: A depressão pode se manifestar a partir até mesmo da infância independente de sexo ou classe social. A depressão é uma manifestação de questões acumuladas internamente. Principalmente quando não se expressa raiva de maneira saudável em situações conflituosas, ou se guarda muita mágoa durante muito tempo. Normalmente as pessoas menos assertivas tem uma maior tendência a ficarem deprimidas, mas isto não é uma regra.

Diógenes de Oliveira:
Pesquisas revelam que a mulher sofre mais de depressão do que os homens. Por que isso acontece?

Drª. Vanusa Ramos: A mulher tende a ser mais sensível emocionalmente, valorizando coisas que o homem muitas vezes não percebe. Devido a esta sensibilidade ela absorve mais conflitos e muitas vezes não se expressa de maneira saudável quanto a estes conflitos, acumulando ofensas, dúvidas, baixa-estima, e isto em muitos casos depois de um tempo pode desencadear uma depressão. Porém, como eu já disse o homem também está sujeito a ter depressão. No caso do homem o medo e o sentimento de impotência, entre outros, podem ser desencadeadores de depressão.

Diógenes de Oliveira: A depressão tem os seus sintomas. Essa doença se manifesta da mesma forma em todas as pessoas?

Drª. Vanusa Ramos: A depressão é caracterizada por abulia (ausência de interesse em realizar qualquer atividade). No caso de depressões graves não há interesse por nenhuma atividade. O indivíduo se recusa a tomar banho, a comer, sair para qualquer lugar, trabalhar. Neste caso também o sujeito tem uma rejeição em ver luz. As manhãs são rejeitadas devido a não suportar claridade e resistir ao início de um novo dia. O indivíduo tem total falta de esperança e nenhuma expectativa para o futuro. Podem existir ainda os casos leves, onde a pessoa tem um forte desânimo, apatia e muita angústia.

Diógenes de Oliveira: Quais os cuidados que a família deve ter para não agravar a situação de quem sofre deste distúrbio?

Drª. Vanusa Ramos: Palavras como: "Você precisa se animar. Reaja!" não vão ajudar. O melhor é chegar próximo desta pessoa sem querer julgá-la ou dar comandos e se colocar como amigo dizendo estar disposto a ajudar e ouvir quando for necessário. No caso da depressão leve, levar algo que a pessoa goste ou convidá-la para um programa que lhe interesse pode ajudar, mas é necessária uma ajuda psicológica e psiquiátrica. No caso da depressão grave, o procedimento é levar ao psicólogo ou psiquiatra mesmo contra a vontade da pessoa.
Diógenes de Oliveira: Como é o pensamento da pessoa deprimida? Quem sofre de depressão reconhece que está doente? Por quê?

Drª. Vanusa Ramos: O deprimido tem consciência de sua enfermidade. Há casos que é preciso esclarecimento profissional ou de algum amigo ou familiar próximo para que o sujeito se conscientize, mas normalmente isto ocorre com facilidade.
Diógenes de Oliveira: Qual a depressão mais difícil de ser tratada?

Drª. Vanusa Ramos: Considero a depressão em si bastante delicada para ser tratada. Porém, particularmente, entendo que a depressão pós-parto é complicada devido ao momento vivido pela mulher. Onde há uma criança dependendo dela para se alimentar e viver e esta mãe está totalmente despreparada emocionalmente para isto.
Diógenes de Oliveira: Quais as chances de alguém que sofreu de depressão ter uma recaída?
Drª. Vanusa Ramos: Existe chance de recaída desde que não haja mudança da forma que se encara e se lida com as situações conflituosas causadoras da doença. Às vezes, a depressão é tratada por medicação e não se trata a causa psicológica. Neste caso, a probabilidade dela voltar é grande. Por isto, é necessário não somente o tratamento psiquiátrico, com medicação, mas também o psicológico. E o tratamento psicológico, às vezes, precisa se estender mesmo depois da ausência dos sintomas mais graves.

Diógenes de Oliveira: Como é o tratamento da depressão?
Drª. Vanusa Ramos: Com terapia e com medicação.
Diógenes de Oliveira: Qual é o tempo médio de recuperação?

Drª. Vanusa Ramos: Depende de cada indivíduo.

Diógenes de Oliveira: É possível tratá-la sem o uso de medicamentos?

Drª. Vanusa Ramos: Difícilmente.

Ex- alunos contam o sucesso da carreira na semana de comunicação

taça de champanhe da semana de com.


Por Edilene Medeiros



Muita luta e perseverança. Para qualquer profissão esses são os elementos indispensáveis. Quem demonstra isso é o repórter do Jornal Extra, Fernando Torres. Interiorano da cidade de Santa Rita da Floresta, no distrito de Cantagalo, o jovem jornalista de apenas 26 anos, tinha o sonho de se tornar repórter, principalmente por admirar os profissionais que ouvia na Rádio Globo.


Outra jovem que luta pela realização profissional é a assessora da concessionária Águas de Nova Friburgo, Carla Tank. Formada em publicidade e jornalismo, Carla trabalhou cinco anos em agências de propaganda, mas queria mesmo trabalhar com jornalismo.


A ex-aluna da Estácio de Sá- Niterói, largou seu trabalho fixo e foi seguir seu sonho. A convite da filial SBT- Nova Friburgo, trabalhou como repórter começando assim sua carreira jornalística.


Os dois ex-alunos da Universidade Estácio de Sá, foram os primeiros palestrantes deste ano na Semana de Comunicação, uma semana de palestras destinadas aos alunos de publicidade e jornalismo, que iniciou no dia 26 de outubro.


O assunto mais esperado pelos alunos foi a história que levou Fernando Torres a se tornar um dos repórteres 3G do Extra, o famoso boneco João Buracão.


De João Buracão ao Prêmio Esso


Criado pelo borracheiro da baixada fluminense, Irandir da Rocha, o boneco chamou a atenção do repórter, Fernando Torres, que achava que era um homem sentado no meio da rua e não um boneco.


“ Sentado em um banco pescando algo na rua. Foi assim que vi o boneco pela primeira vez”, disse Fernando.


Incomodado com o buraco na rua que existia a mais de 10 anos, Irandir da Rocha, fez o boneco para ver se chamava a atenção de alguém para o caso.


A atenção foi do Fernando Torres que fez uma matéria sobre o problema da baixada para o jornal Extra, no dia seguinte o buraco foi tapado.


“ É inacreditável como os meios de comunicação tem poder. O nosso trabalho ajuda a vida de muitas pessoas, é gratificante”, desabafa Fernando.


Graças a essa iniciativa e ao João Buracão, muitas denúncias foram feitas na baixada e no Rio de Janeiro.


Desde a presença marcante do João Buracão nas matérias do Extra, Já foram tampados 1.100 buracos. Eleito pelo jornal, o boneco será o fiscal das obras nas Olimpíadas do Rio, em 2016.


Todo esse sucesso levou a Fernando Torres a indicação ao Prêmio Esso de Reportagem de 2009. Porém o jornalista não ficou entre os finalistas.


Durante a palestra, o repórter, mostrou como foi importante investir em um sonho e hoje poder ser reconhecido tanto dentro do trabalho, quanto pelos professores e familiares.


Como chegar ao sucesso?


Para Carla Tank e Fernando Torres nada foi fácil, desde o começo a batalha era grande. O importante mesmo foi acreditar no talento e suar muito para conseguir um espaço em um meio tão concorrido.


“ Nada é simples na vida, mas é gratificante ver o resultado de um trabalho. Só assim vejo o quanto é bom se dedicar”, contou Carla


“Ainda acho que os alunos devem começar desde o primeiro período a colocar a mão na massa, depois de formado já é bom ter um pouco de experiência, uma base”, explicou Fernando.


Para os palestrantes, esse é o lema do sucesso: acreditar, batalhar e confiar!